Últimas Publicações:

Supremacia Marvel: Gata Negra 2099 #1

Uma ligação misteriosa, uma viagem a um inóspito país, uma invasão a uma base, confronto com alienígenas, roubo espetacular, e... Sem mais delongas, conheça o primeiro trabalho da Gata Negra 2099!



Image
Capítulo 1 - O Rubi de Citorack
Por Pedro Caldeira.


Um local desconhecido.

Escondido dos mapas e de quaisquer registros.

Tão secreto quanto a famosa Área 51, misteriosa e motivo de diversas teorias conspiratórias durante meados dos séculos XX e XXI.

À primeira vista, pode ser confundido com um vasto campo, muito bem protegido graças a tecnologias avançadas, mescladas com padrões de segurança, digamos, rudimentares.

O Lote.

Da mesma forma como não se sabe sua localização, não se pode entrar. Nem sair.

Salvo aqueles que foram convidados. O que praticamente não existe.

E no centro dessas instalações abertas, está uma espécie de bunker.

A Cat’s Eye.

Agência criada há quase cem anos por uma renomada ladra: Felicia Hardy. Criada para investigar e resolver crimes de diversas naturezas, além de ser uma fachada para ocultar os roubos daquela mulher ardilosa.

O nome Cat’s Eye foi uma das poucas coisas herdadas por Felicity Hardy, neta da tão famosa gatuna de Nova York.
Hoje, no ano de 2099, cede espaço para a criação e preservação de felinos, quase extintos depois da invasão alienígena ao planeta Terra.

Ideia de John Hardy, filho de Felicia, com pai desconhecido, mesmo se acreditando que o progenitor teria sido um heroi aracnídeo...

John nasceu sem poderes, apenas com ideais. E do fruto dele com uma mulher que acredita-se também ser um humano normal, veio Felicity.

- Mas eu sou a cara da vovó! – gabava-se, enquanto admirava uma foto antiga da família, antes de todos morrerem, independente da causa e da forma.

No meio dos felídeos, agora, Felicity levava alimentos, observava, encantada, espécimes raras que conseguiam se reproduzir, como a jaguatirica e o lince. Como o tigre branco. O leão...

Além de estar sempre com um gato doméstico, persa, branco, envolto no próprio pescoço, com quem dividia a vida.

De volta ao bunker, tratou de iniciar a recarga do seu equipamento: um potente computador interligado aos demais sistemas de informação do mundo, resultado de muito esforço e suborno. Dessa super máquina, as informações eram enviadas para sua máscara, através de uma nova tecnologia, infinitamente mais potente do que o bluetooth do ano 2000; sem limite de distância e sem interrupções por fatores externos, desde fenômenos da natureza até sinais de outros comunicadores.

Com a máscara, recarregava a bateria principal, localizada numa espécie de bracelete, de onde enviava, através de impulsos nervosos, doses extras de energia, que faziam com que a ladra tivesse mais força e agilidade, e pudesse ter realizado – mesmo que temporariamente – o seu maior sonho: alteração negativa da probabilidade. Vulgo “azar”.

- Só que apenas uma hora não tá sendo suficiente para a realização dos meus trabalhos. Preciso providenciar uma bateria mais potente...

Enquanto alisava os pelos do mais querido mascote, Sombra, como carinhosamente chamava seu gato, o sistema de defesa acusou uma movimentação estranha nos arredores do Lote.

Câmeras foram acionadas, assim como fora criada uma imagem holográfica, para retardar a aproximação de quem ousava invadir o local, dando tempo para iniciar um contra-ataque.

Só que o que as imagens revelaram fez com que Felicity sorrisse: um gato-do-mato era o invasor.

Com as defesas abaixadas, a gatuna trouxe para dentro o mais novo visitante.

E quando ela preparava uma refeição, ouviu ruídos de metal retorcendo.

Sem poder utilizar as armas pessoais, por estarem em processo de carga, pegou uma pistola de íons e, saltando, mirou o bichano.

Seus olhos se abriram.

A cabeça do animal se transformou num monitor.

A única imagem exibida eram aquelas formas de som, as mesmas que vemos quando analisamos algum áudio...

- Gata Negra. Rastrear seus passos definitivamente não é algo fácil e barato para se fazer.
- Os homens vivem me dizendo isso. Quem é você?
- Alguém disposto a contatar seus serviços.
- Também está disposto a gastar mais?
- O pagamento não me preocupa.
- Ah bom! Porque eu sou careira...

Felicity pega uma cadeira e se senta.

- O que você quer?
- Preciso que você vá ao Canadá recuperar um artefato que me pertence, mas foi tirado de mim pelos malditos skrulls.
- Ih, você também tem problemas com eles?

Sem resposta do outro lado.

- Tá legal. Qual o alvo?
- Se trata do Rubi de Citorack. Estou enviando a imagem dele.
- E a localização?
- Tenho poucas informações, mas dados cartográficos também estão sendo mandados para ajudar no seu trabalho. Se trata de uma base militar desativada. Não sei ao certo o que há lá, mas fontes seguras acusam que o Rubi de Citorack está, sim, no local.
- Ok... Como te entrego?
- Acha mesmo capaz de concluir a missão?
- Você não desperdiçaria fundos provenientes de sabe lá Deus de onde para me contatar, se não acreditasse no meu potencial. Como te entrego?
- Pois bem... O meu gato-do-mato de Troia vai continuar nas suas instalações. Quando você regressar, basta inserir o Rubi num compartimento.
- Eca... parece nojento. Mas beleza. Agora vamos ao que me interessa: o pagamento.
- O que quiser.
- Primeiro, apague todos os registros existentes sobre o Lote do seu sistema. Se não o fizer, revendo a peça pruns amigos verdinhos que tenho. Quando inserir o Rubi no seu animalzinho, vou queimar alguns fusíveis dele, se é que entende essa piada retrô, e ele só terá registrado o caminho de volta pra casa. Segurança é a minha política. Como você ousou vir aqui, tenho que me garantir, né?
- Compreendo. Algo mais?
- Tecnologia. Me envie alguns dados sobre possíveis fontes de energia que eu possa aproveitar.
- Não precisa de dinheiro?
- No meu negocio dinheiro só atrapalha... E, por fim, segurança. Nunca serei alvo para você, mesmo nem imaginando quem você seja.
- Exigente, não?
- Anos no mercado, meu caro. Fazer meu nome e manter o da minha família não é simples.
- Temos um acordo. Previsão de conclusão?
- Antes de você conseguir dizer “três pratos de trigo para um tigre, dois tigres, três tigres”!

Canadá

Frio.

Uma das poucas coisas que restaram no país.

O que não era, de uma certa forma, problema para a Gata Negra. Sua roupa foi confeccionada com um tecido especial, capaz de suportar as mais variadas temperaturas, além de resistir às mais diversas profundidades.

- Neve! Quanto tempo não vejo esses flocos... que cena linda!

Ao tempo em que se diverte com o branco que cai, ela aciona o computador.

As opções de serviço aparecem na sua frente, projetadas pelo visor amarelo.

- Pois bem... preciso da planta baixa dessa base, detalhada. Isso inclui medidas, distância e o tempo a ser gasto durante a ação, de ponto a ponto.

Esperando as informações serem carregadas, ela admira a construção. A olho nu vê a discreta movimentação externa dos skrulls e os possíveis acessos.

Em resposta à ordem, a planta aparece. Com ela, pontos de entrada e sinais marcando onde estão os aliens, e o mais importante: a localização do Rubi de Citorack.

- Vejamos... segurança nos portões. Telhado... preciso de um caminho alternativo.

O sistema busca e indica um acesso.

- A antiga saída de lixo. Eca! Mas pelo mapa, entrando por lá consigo alcançar os tubos de ventilação... alguns caminhos parecem bloqueados... Paciência! Hora do show!

Felicity corre pela neve. Salta o gradil eletrificado. Cai. Rola. Se esconde. Chega ao reservatório de lixo. Entra.

Ela aciona as garras de um material chamado de Diamante 5, uma liga feita de carbono e adamantium. Herança da avó...

Rasgando a espessa parede de metal, ela sobe, se esforçando. Respirando pouco, porque o mau cheiro continua mesmo depois de anos...

Se guiando pelo mapa, ela cruza os corredores da circulação de ar. Faz pouco barulho, mas se irrita quando chega a um local sem saída.

Usar as unhas é um ato descartado; o barulho do atrito certamente chamaria a atenção.

- Agora danou tudo... Esses tubos não me levam à sala onde está o Rubi de Citorack. Como sugestão, devo descer na próxima esquerda, caminhar 12 metros a leste e depois invadir. Me parece fácil!

Empurrando a pequena – e enferrujada – proteção, Felicity se atira ao chão. Mesmo com pouca altura, ela gira o corpo e cai em pé. Sorrindo.

Um novo mapa surge na tela, revelando o caminho traçado até a peça-alvo.

Caminhando silenciosamente, se aproxima.

Até parar.

Vozes.

Humanas.

Ela corre até um canto escuro. Aperta um botão do equipamento localizado no braço esquerdo e as luminosidades emitidas pela máscara e pelo bracelete se apagam.

Dois homens, lamentando a má sorte de viverem como escravos, passam por ela, sem perceber absolutamente nada.

Se esfregando pelas paredes, aproveitando as sombras naquele local já pouco iluminado, ela vira a leste e para na porta onde está o Rubi de Citorack.

Ajoelha. Encosta o lado direito da face. As luzes dos computadores reacendem. O que ela vê? Através de ondas sonoras emitidas, se revelam quatro skrulls que fazem a ronda nesse espaçoso ambiente. Esses dados se misturam ao mapa e um novo desenho surge, com a localização exata de cada – possível – oponente.

- Nunca fui boa em matemática... mas tá na hora de contar!

Abre a porta discretamente, num momento em que todos estão de costas à entrada. A fecha silenciosamente e rola o corpo para outro canto sombrio.

Respira profundamente.

- Vamos lá, poder do azar...!

Pressiona o símbolo da Cat’s Eye no bracelete. Na visão, surgem todos os movimentos que ela fará, com todas as consequências.

Matematicamente, os resultados das probabilidades.

Ao pressionar novamente o símbolo, seu corpo recebe diversos choques curtos. Ela sofre espasmos e treme em pontos chaves: articulações.

O visor se ilumina mais forte, o desenho do olho de gato, também. E ela salta.

- Ei, macacada! Olha só quem chegou para animar o seu verão!

Os quatro skrulls se assustam com a ação triunfal da Gata. Um corre para acionar o sistema de segurança. No meio do caminho é derrubado por uma rasteira, devidamente calculada. Ao cair no chão, ele bate a cabeça num utensílio maciço, e apaga.

Os outros três acionam armas. Uma lança, um machado e duas soqueiras. Todas em laser.

A Gata se levanta, pula para o centro dos três. Com a garra ativada ela gira os braços e derruba a lança, que voa e é cravada na mão daquele que segurava o machado.

O que portava as soqueiras corre na direção da ladra, com os punhos cerrados. Ela se esquiva para a esquerda e o puxa pela cintura. Ironicamente, o skrull que usava a lança recebeu um poderoso soco no queixo e desmaiou. Um chute nas costas e o alien de soqueiras cambaleou, se batendo em estruturas físicas, até se apoiar. Ao erguer a cabeça e abrir os olhos, recebe um novo chute, caindo exatamente numa posição – junto aos outros – que formaram uma curiosa figura no chão: a letra “F”.

Batendo as mãos na roupa, Felicity vibra ao ver os inimigos derrotados e, ao fundo, o Rubi de Citorack, brilhando.

Dando saltos seguidos, apoiando os dedos das mãos no chão e no que seriam os móveis, ela chega até a peça.

- Ufa! Cansa... Ativar scanner. Vamos ver se algo pode me atrapalhar assim que eu pegar essa pedra.

Não houve resposta.

Ao olhar para o equipamento no braço, o sinal da bateria avisava que estava descarregando.

- Ah, não! Logo agora! Bom, então tenho que improvisar...

Sem estratégia, Felicity arrancou o Rubi.

Alarmes.

Luzes.

- Eu já esperava por isso mesmo. Só não esperava ficar sem o mapa para me guiar até a saída.

Correndo, ela saiu pela mesma porta por onde entrou. Nos corredores já se ouvia a gritaria dos humanos e as ordens dos skrulls.

Sem orientação, seguiu os instintos para achar uma saída. Ou um local seguro, com energia, para recarregar a bateria do seu equipamento.

No meio do caminho foi alvo de disparos de armas alienígenas. O reflexo a ajudou.

Manteve os passos largos até se deparar com uma pesada porta e um aviso em língua skrull.

- Deve ser algo como “seja bem vinda, gatinha”! – e adentrou.

Escuridão.

Tateando as paredes, passou pelo sensor de luz, que clareou o ambiente.

Seus olhos não acreditavam no que viam. Nem seu cérebro, no que registrava.

A luz do visor ligou novamente, mas oferecia poucas funções e nenhuma dela serviria a Felicity nesse momento.

- Isso me parece...

Cinco espécies de cápsulas. Em cada uma, uma pessoa estava deitada. Alisando o vidro de proteção, ela, encantada, buscava compreender.

- Li algo sobre isso... parece com um sistema de criogenia...

Ouviu vozes ao fundo.

- Droga...!

Percorreu a sala e viu alguns botões e reguladores. Sem monitores.

- Preciso de uma distração... Só espero ter sorte e não causar nenhum mal a essas pessoas.

Apertou os botões aleatoriamente e, por fim, um verde, ao alto, bem afastado dos demais.

As vozes estavam bem próximas.

Só que ela também ouviu algo que lhe fez sentir calafrios: as cápsulas estavam abrindo.

Vozes do lado de fora. Força para entrar.

Felicity deixou escapar um gemido quando os corpos antes em repouso ganharam vida e praticamente deixavam as cápsulas.

A porta foi arrombada.

Os skrulls gritaram em seu dialeto, temerosos com a mesma cena que a Gata via.

- Bom... acho que essa é a minha deixa!

Aproveitando a confusão que se iniciava, burlou todos os inimigos e seguiu correndo pelos corredores. Ao léo.

Mas seu instinto é confiável e ela logo achou uma saída alternativa.

Só que não contava com outro skrull que vigiava diversas pranchas movidas a propulsão.

- Você sozinho eu encaro! – e acionou as garras.

O segurança investiu contra ela, que, espertamente, fugiu do conflito, montando no objeto de snowboard adaptado, deixando para trás um “verdinho” enfurecido...

Foi nesse minuto que ela afrouxou um pouco a mão e pôde ver, com calma, o Rubi de Citorack.

Cat’s Eye

Ao entrar no bunker, Felicity sacudiu os braços e limpou as penas. O gelo que caiu no chão logo virou brincadeira para Sombra e seu novo amigo gato-do-mato.

Admirou o Rubi de Citorack, tentando imaginar o que isso faria. Por quê estava tão bem escondido.

Pegou o animal-máquina e foi para fora do Lote com ele.

Com um pequeno aparelho, como um detector de códigos, passou pelo corpo do pequeno bicho. Alguns bips e pronto.

O animal se tornou o comunicador novamente e ela inseriu o Rubi e um chip.

- Vai, gatinho, volta pra casa.
- Ótimo trabalho, Gata Negra. Seu pagamento já está sendo efetuado.


Um sorriso e o felino correu para longe, até que Felicity o perdeu de vista.

No interior do Lote, a ladra despiu-se, ficando apenas de trajes sumários.

O equipamento novamente recebia carga, o que causava insatisfação.

Assim como ainda não compreendia quem eram aqueles cinco seres mantidos em cárcere, desorientados.

- Por pouco não me arrombei nessa brincadeira de invadir uma base militar... Falando nisso...

Apertando alguns botões no enorme computador, o local onde ela estava tornou-se todo branco. No centro, ela, com outra roupa, dada pela ilusão causada pelo sistema holográfico.

- Taí, verdinho?

Sem resposta.

- Bom, tenho algo quente pra você aqui... já que não tem interesse...
- Espere, mulher.
- Oi, verdinho! Como tem passado?
- Não tenho tempo para amenidades humanas. O que você quer?
- Te oferecer uma informação muito quente.
- Vai querer o que em troca?
- Muitas coisas. Informação muito valiosa... Sabe como é...
- Fale.
- Antes, prometa o acordo.
- Mulher insolente.
- Então, vou ter que falar com um kree que conheci num barzinho...
- Certo, mulher. O que quer saber?
- Preciso de uma fonte de energia... uma espécie de bateria. Tem conhecimento de alguma tecnologia?
- Portátil?
- Sim...
- A mais recente dá autonomia de quatro horas, e o tempo de recarregar se reduz a vinte minutos. De fácil adaptação a qualquer instrumento.
- Quatro horas? Vinte minutos? Você tá de sacanagem?
- Não. Interceptei essa mensagem dos Shiar’s.
- Mas eles estão no que era a... África! Um local...
- Se tiver interesse passo as coordenadas.
- Não tem algo mais perto?
- Em termo que tecnologia portátil, não.
- Que seja. Me encaminhe as coordenadas.
- Qual sua informação, mulher?
- Olha, Crollouk... você pode deixar de ser um capacho de Dorreck! É algo muito quente. Vai te ajudar a deixar de ser um reles integrante da mais baixa casta!
- Fale!
- Tá bom, tá bom... Estive no Canadá... Em uma base desativada. Você não sabe o que encontrei lá.
- Não há nada naquele local inóspito.
- Aí é que você se engana. Grande aparato bélico. E o mais impressionante: cinco super-seres desorientados, mantidos como prisioneiros. Eles não deviam estar “dormindo”? Se bem que eles valem uma boa grana mo mercado... verde! Ahahah! Você deixará de ser um puxa-saco ao passar essa informação prum superior seu.
- Mande as coordenadas.
- Assim que receber as suas. E, claro, a confirmação de que você vai apagar qualquer registro meu do banco de dados daí, né?
- Humana tola!
- Olha a língua! Posso entrar em contato com aquele kree e...

“Maldito! Me deixou falando sozinha!”

- Bom... Hora de descansar.

Mas mesmo sentada na confortável poltrona, algo a intrigava. Aqueles cinco não lhe saíam da cabeça.

Eles lhe salvaram, de uma certa forma.

Num pulo, acionou o diretório na máscara e passou as informações para o computador central.

As imagens da ação a deixavam orgulhosa.

Até aparecerem os registros dos humanos que repousavam na criogenia. Nesse instante ela iniciou o processo de reconhecimento deles.

A cada resultado mostrado em tela, suas mãos suavam.

- Que merda...! Não sei se devia ter libertado todos... Ou vendido a dica pro skrull adulador... Esses caras são a...

***
Em breve tem mais!
E um agradecimento mais do que especial pra João-Resgate, pela imagem perfeita da Gata Negra que invade meus sonhos. A Gata Negra agora é no UNF!! Um ano de vida!!!! Parabéns, povo!!!!


Compartilhe este artigo: :

+ comentários + 1 comentários

10 de junho de 2010 às 15:23

meu filho, não me faça perguntas que não sei as respostas, mwhahahha!

Postar um comentário

 
Support : Creating Website | Johny Template | Mas Template
Copyright © 2013. UNF - Todos os direitos reservados.
Template Created by Creating Website Published by Mas Template
Proudly powered by Blogger