Ted Knight, um anônimo cientista norte-americano é o próximo alvo da KGB. Seus experimentos atraíram atenção indesejada e agora ele e seu filho Jack correm perigo mortal.
Prelúdio para a Sociedade da Justiça #02:
STARMAN
O BRILHO DA ESTRELA
Por Alex Nery
Washington, D.C. – 20 de junho de 1950.
Ted bateu a porta do veículo e andou apressado até o edifício. A fachada, com grossas colunas de mármore e o frontão triangular, deixavam transparecer toda a austeridade daquele prédio e de seus ocupantes. Era a primeira ver que ele era chamado ali, e esperava conter o nervosismo que invadia seu corpo.
Identificou-se na portaria. Recebeu um crachá amarelo onde se lia “visitante” e foi conduzido por um soldado até uma pequena sala ainda no saguão. Ali foi completamente revistado.
“Desculpe, doutor. São as normas” justificou-se o soldado após concluir a revista e nada encontrar. Ted nada disse. Limitou-se a sorrir constrangido. O soldado apontou o caminho e levou-o por um longo corredor até um elevador. Ali, mais dois soldados guardavam a entrada. Os militares se cumprimentaram e permitiram a passagem de Ted. Ele e o soldado entraram no elevador. O soldado apertou o botão do sexto andar e ambos permaneceram em silêncio durante a subida.
As portas do elevador se abriram e Ted foi levado até a porta da última sala do corredor. O soldado bateu levemente na porta.
“Pode entrar” disse alguém do lado de dentro. O soldado abriu a porta e deu passagem ao civil. Ted entrou e a porta fechou-se atrás dele.
- Doutor Knight. Que prazer em conhecê-lo – disse o homem sentado à mesa à sua frente.
- O prazer é todo meu, General MacArthur – respondeu Ted.
MacArthur levantou-se e cumprimentou Ted com um aperto de mão.
- Já conhece meu amigo Dulles? – perguntou o general.
Só então Ted percebeu o outro homem presente na sala. Um homem branco, aparentando cinqüenta e poucos anos, de olhos azuis pequenos e profundos, que o observava com curiosidade.
- Já ouvi falar do Sr. Dulles, com certeza – disse Ted estendendo a mão.
Allen Welsh Dulles, diretor da CIA, apertou com firmeza a mão de Ted.
- Eu também devo admitir que ouvi coisas sobre o senhor, doutor Knight.
- Coisas boas, espero.
- Coisas impressionantes.
- Sente-se, doutor – ordenou o general MacArthur.
- Obrigado.
Ted sentou-se numa cadeira estofada bastante confortável. Ou o mais confortável possível, pois estar na mesma sala que aqueles dois homens quase nunca significava uma situação das melhores.
- Serei breve e objetivo, doutor Knight – disse o general – Suas habilidades foram muito úteis no tempo da Operação Paperclip[1], e acredito que serão novamente.
- Sou um civil agora, general – disse Ted.
- Mas ainda é um americano, oras – insistiu o general.
- Acho que não há dúvidas quanto a isso.
- Não, claro que não. Sem você ainda estaríamos quebrando a cabeça com aqueles projetos alemães. O que acontece é que uma nova crise se aproxima – informou MacArthur.
- Crise? Fala da...
- Sim, doutor. Coréia – interveio o diretor da CIA – Enquanto falamos, os norte-vietnamitas se preparam para cruzar o paralelo 38[2].
- Isso é terrível – lamenta o cientista.
- Os norte-coreanos não seriam mais vermelhos nem se pintassem todo o corpo, Ted. Todos nós sabemos onde isso pode acabar. Ainda podemos ver as marcas da Segunda Guerra por todo lado e, acredito que falo por todos nós, não queremos uma Terceira – disse MacArthur.
- Com certeza que não, general. Mas ainda não entendi o que posso fazer.
- Seu projeto. O “bastão cósmico”, não é este o nome? – perguntou Dulles.
- O... bastão? – espantou-se Ted.
- Sim, doutor. Não se espante. São tempos difíceis e acompanhamos vários projetos pelo país inteiro. Incluindo o seu – disse o diretor da CIA.
- É-é claro...
- Pelo que entendemos, o “bastão” está relacionado a uma nova forma de energia, estou correto? – indagou Dulles.
- Bem, na verdade é uma energia antiga... a luz solar – explicou Ted.
- Com uso prático? Conseguiu tornar a luz solar algo útil? – perguntou MacArthur.
- Útil? Ela é essencial para nossa vida, general...
- Estou falando em uso militar, Ted! – esbravejou o general.
- Minha pesquisa não está direcionada para este campo, senhor – respondeu Ted com uma ponta de indignação.
- Pois devia, doutor. Comece a pensar nisso, ou em breve estará chamando seus colegas de “camarada”... – disse o general.
- Não vejo como eu poderia... – tentou explicar Ted.
- A partir desta data, o senhor dará continuidade à sua pesquisa em uma de nossas bases no Novo México, onde todo seu progresso será supervisionado pelos oficiais da base e o senhor colaborará com o diretor Dulles, informando-o periodicamente – determinou o general MacArthur.
- M-mas, general... – Ted esboçou um protesto mas foi imediatamente calado pelo general.
- Nem mais, nem menos, Ted. Precisamos conhecer os usos desta forma de energia com que você está trabalhando. Precisamos saber quais os usos práticos disso no campo de batalha.
- Senhor, com todo o respeito... – começou o cientista.
- Aham – interrompeu o diretor da CIA – Doutor, entendo sua resistência. Mas gostaria que pensasse nisso por outro ângulo...
- E qual seria, senhor Dulles? – perguntou Ted, contrariado.
- Se nós sabemos sobre seus trabalhos, os russos também sabem e, apesar de todos os nossos esforços para mantê-los longe de nosso país, não seria difícil apanhá-lo em sua universidade. Quando o senhor desse conta, provavelmente estaria na Sibéria trabalhando como escravo.
- Acham que eu realmente corro algum risco?
- Não só o senhor, mas também o seu... filho – disse Dulles sombriamente.
- Jack... – murmurou Ted Knight, pensando no filho de oito anos.
Base aérea Truman, Novo México – 15 de agosto de 1961.
“O mundo está indo pro inferno”.
Foi o que pensou Ted Knight ao ler o jornal em suas mãos, onde se lia uma manchete em letras garrafais sobre a construção do muro de Berlim.
Ted levantou-se pesadamente e caminhou pela sala de seu escritório. Saiu e andou até alcançar a grade de proteção que separava o passeio da área onde estava instalado o enorme reator e a câmara utilizada nas experiências com energia solar.
Cerca de duas dezenas de técnicos vestidos com batas brancas e óculos de proteção, moviam-se de um lado para outro, fazendo ajustes e conferências de última hora. Era o frenesi costumeiro de um dia de testes.
- Eu devia mandar prendê-lo, Ted – disse uma voz masculina atrás do cientista.
Ted Knight voltou-se e sorriu.
- Esqueci de buscá-lo novamente na área de pouso... – lamentou ele.
- Já estou acostumado – disse Allen Dulles, estendendo a mão para cumprimentar o cientista – Em todos estes anos, não foi me receber uma vez sequer.
- Er, sinto muito, Allen.
- Não sinta. O que tem para mim hoje? – perguntou o diretor da CIA.
- Alcançamos um novo estágio. Faremos os testes agora mesmo.
- Espero que desta vez não exploda toda a área de novo.
- NÃO, não! Tomei precauções, fique tranqüilo.
- Espero que sim. Lembra quando explodiu a primeira vez? MacArthur queria fuzila-lo, heh...
- Sim, bem... er... Ele nunca teve muita paciência...
- Deixemos de lado o bom general. Apesar de seu mau humor, ele estava certo em querer resultados mais palpáveis, Ted. Já se vão onze anos neste projeto e até o momento não conseguimos um míssil sequer movido a energia solar.
- O problema era como criar uma unidade de armazenamento tão pequena...
- Sua sorte é que Kennedy parece muito interessado nas aplicações desta energia. Eu o convenci a dar-lhe mais algum tempo.
- E hoje faremos história, meu amigo. Finalmente conseguiremos armazenar energia suficiente para acionar grandes motores!
- Espero que isso valha a pena... – diz um jovem magro e de cabelos castanhos que se aproxima. Em suas mãos ele traz desleixadamente um troféu de futebol.
- Jack! Por onde andou? – pergunta Ted.
- Caso não se lembre... er... estou sendo irônico, é claro... hoje foi a final do campeonato – diz Jack Knight com um sorriso sarcástico.
- A final... caramba, Jack... me desculpe, eu pretendia ir mas... – desculpa-se Ted.
- Não se preocupe. Fique com isto – Jack empurra o troféu no peito de Ted e o solta. O objeto cai no chão e se parte em dois.
- Tsc... troféu barato... – murmura Jack afastando-se do pai.
Ted amaldiçoa-se por dedicar-se tanto tempo ao seu projeto e ter relegado o filho a um segundo plano em sua vida.
- Pelo visto não é só de mim que você esquece, Ted – diz Dulles.
- Ele está uma fase difícil... Crescer numa base aérea não é ter uma adolescência normal... – justifica-se o cientista.
- Isso vai passar. Um dia ele vai entender todos os sacrifícios que fez por ele e pelo seu país.
- Espero que este dia chegue logo. Espero mesmo.
Sem mais amenidades, os dois homens encaminharam-se para a área de testes do laboratório.
O laboratório era na verdade um hangar adaptado. No centro do hangar, uma cúpula erguia-se e projetava uma antena de quarenta metros para o alto. Desta antena pendiam dezenas de painéis solares, medindo cinqüenta centímetros quadrados cada um. Dentro do hangar, cabos conectavam todos os painéis a dois projetores de energia, que por sua vez despejariam toda a energia coletada em uma bateria experimental em forma de bastão.
Depois de seguir todos os procedimentos de segurança, Ted Knight ordenou que o fantástico coletor fosse acionado. Um zumbido elétrico percorreu todo o hangar. Se do lado de fora, nenhuma alteração podia ser percebida, do lado de dentro do hangar todos sentiam o ar eletrificado e assistiam ao show de luzes do aparelho.
Após cerca de vinte minutos, Ted ordenou que o coletor fosse desligado. Foi imediatamente obedecido pela equipe técnica.
Ted Knight correu para apanhar o bastão. O pequeno aparelho, medindo cerca de quarenta centímetros de comprimento, não emitia nenhum brilho ou calor. Parecia um pedaço de metal qualquer.
- E então, Ted? Conseguimos? – perguntou Dulles, ansioso.
- Veremos. Ele parece perfeitamente íntegro. Vamos medir a carga – disse o cientista eufórico.
Do lado de fora do hangar, Jack Knight permanecia encostado contra seu carro. Ele acendeu um cigarro e ficou observando o movimento da base além da cerca de isolamento do laboratório de seu pai. Aquela rotina já era velha conhecida. Ele sabia que quando Allen W. Dulles, diretor da CIA, fazia uma visita, era por que algo importante ia acontecer.
Importante ao menos para seu pai, já que Jack não dava a mínima para os projetos científicos ou militares. Desde os quinze anos ele já perdera a conta em quantas vezes pensara em fugir da base e tentar a vida numa cidade grande.
Mas ele sempre desistia.
Talvez, no íntimo, ele esperasse que tudo aquilo acabasse e eles pudessem ter uma vida normal fora dali.
Exalou a fumaça do cigarro e ficou observando ela se erguer no ar até sumir no vento.
Foi quando percebeu um ponto negro se aproximando por entre as nuvens.
E se aproximando bem rápido.
Acoplando o bastão em um aparelho medidor especificamente construído para este fim, Ted Knight acionou alguns botões. O ponteiro do aparelho saltou imediatamente para o ponto mais alto da escala. Ted arregalou os olhos.
- CONSEGUIMOS!! Conseguimos, Allen! Vinte minutos de carga e coletamos o suficiente para colocar um B-47[3] no ar!! – comemorou o cientista.
- Tem certeza, Ted? Isso é incrível! – disse Dulles sorrindo.
- Certeza ABSOLUTA! – garantiu Ted Knight.
Subitamente, um silvo agudo se fez ouvir. O silvo de um bombardeiro.
Velhos instintos de soldado fizeram com que Ted Knight e Allen Dulles imediatamente se jogassem no solo.
Uma cápsula metálica com aproximadamente quatro metros de altura atravessou o teto do hangar como se ele fosse papel. Com um estrondo, chocou-se contra o solo, destruindo máquinas e atingindo mortalmente alguns técnicos. A poeira nem começara a baixar quando duas luzes vermelhas piscaram, vindo da imensa cápsula invasora. Com um ruído mecânico, a cápsula se abriu dando passagem para um monstro mecânico essencialmente humanóide, porém dotado de quatro longos braços metálicos e articulados.
Ted olhou estupefato para aquela máquina incrível. Os olhos vermelhos da criatura varriam o ambiente. Imediatamente o cientista entendeu que buscavam pelo bastão. O cientista olhou para o lado e viu Dulles caído e desacordado. O bastão estava caído logo ao seu lado. Procurando não chamar atenção, Ted esticou seu braço e agarrou o bastão, puxando-o para si.
Neste momento, a monstruosidade mecânica começou a revirar os destroços com rapidez, como se soubesse que possuía poucos instantes antes que todos os soldados da base viessem ao hangar.
O que restava de uma das entradas do hangar abriu-se e Jack Knight entrou correndo.
- PAI! PAI! – gritou o jovem.
Seus gritos imediatamente atraíram a criatura. A passos largos ela avançou contra o estudante. Jack ficou aterrorizado com a visão. A criatura estancou bem à sua frente e o examinou com seus olhos vermelhos. Subitamente, agarrou-o com um dos longos braços e ergueu-o no ar.
- JAAACCKKK!!! – gritou Ted, revelando sua posição.
O imenso robô virou-se e encarou o criador do bastão cósmico. O objeto cintilava na mão de Ted e pareceu chamar imediatamente a atenção do monstro.
Demonstrando ter uma pérfida inteligência, o robô apertou as pinças que seguravam Jack, fazendo o rapaz gritar de dor. Com um dos outros braços, ele apontou para o bastão.
- O-O bastão? Quer o bastão? Solte o Jack! Eu entrego o bastão! – gritou Ted Knight.
- Não, pai! Não faça isso! – pediu Jack.
Lentamente o robô baixou Jack até o solo. Sem soltar o rapaz, ele estendeu uma das mãos exigindo o bastão. Ted entregou-o.
O robô soltou Jack e começou a fechar suas garras sobre o bastão. Num gesto rápido, Jack Knight correu e saltou, agarrando o bastão antes que o robô o tivesse preso.
- Fuja, pai! Fujaaa! – gritou Jack.
O robô enfureceu-se com a audácia do jovem. Rodopiou no eixo da cintura e atingiu-o com um forte golpe nas costas. Jack foi arremessado cerca de dez metros até colidir contra a parede do galpão, emitindo um baque surdo.
- JAAACKKK! – gritou Ted.
O imenso invasor ignorou o cientista e avançou em busca do bastão. Vindos do lado de fora já se ouviam os sons de sirenes e o ruído das tropas da base se aproximando.
O robô curvou-se sobre o local onde Jack Knight caíra.
E recebeu uma rajada luminosa que o acertou em cheio. O monstro metálico cambaleou para trás.
Jack ergueu-se com dificuldade. Seu peito emitia um brilho intenso que ameaçava espalhar-se sobre todo o seu corpo, como uma segunda pele. Aos seus pés, o bastão cósmico jazia em pedaços.
- Cof... cof... ahh... – Jack buscava respirar, mas parecia estar muito machucado.
O robô investiu novamente. Instintivamente Jack ergueu os braços e projetou uma onda de calor fulminante, que abriu um rombo no peito do adversário, arrancando seus dois braços esquerdos e pulverizando parte de sua cabeça. O ser metálico cambaleou desorientado e caiu para trás, inerte.
Jack caiu também.
- Jack! Não, Jack! Meu filho... – o grito de desespero de Ted e os sons dos soldados se aproximando foram as últimas coisas que Jack pôde ouvir antes de perder a consciência.
Base aérea Truman, Novo México – 22 de agosto de 1961.
Allen W. Dulles aproximou-se do homem de branco que observava por uma vitrine a sala isolada do complexo médico da base aérea. Ele ainda mancava, mas pelo menos já conseguia andar. Alguns técnicos não tiveram essa sorte.
- Ted...
- Allen...
- Como está o garoto?
- Ele... ele está bem, obrigado.
- E aqueles... hã... poderes?
- São parte dele agora, Dulles.
Sentado na cama, sendo analisado por um médico da base, Jack Knight sorria para o pai. Por baixo do avental que vestia, um leve brilho bruxuleava em alguns pontos do corpo.
- Foi o bastão, certo?- indagou o diretor da CIA.
- Ainda não cheguei a uma conclusão completa. O que sei é que a carga armazenada no bastão foi absorvida por Jack quando colidiu contra a parede e o bastão se rompeu.
- Incrível.
- Sim. Mas o que importa é que ele está bem.
- Sim, claro.
- Preciso de umas férias, Allen.
- Férias? Mas logo agora que a diversão está começando?
- Diversão?
- Minha agência conseguiu algumas informações sobre aquela coisa que nos atacou.
- E?
- Russa. Vermelha até a medula, Ted. Projetada e construída por alguém que usa o codinome Ultra-Humanóide, seja lá o que isso for.
- Ultra-Humanóide?
- Sim. É a prova de que os russos têm seu projeto super-humano, Ted.
- Isso é fantasia, Allen. Pura fantasia.
- Não é não, meu amigo. Olhe ali – Dulles aponta para Jack – Agora nós também temos nosso projeto super-humano.
- Ei, espere ai...
- Não há tempo a perder, Ted. Quando começam seus testes?
Ted Knight olha para o filho. Ele sabe que Jack agora é algo mais que humano. E sabe que deve estar ali para ajudar o filho.
- Droga, Allen...
- Não reclame. Vai fazer o que gosta e ter seu filho do lado. Amanhã falamos sobre o Projeto Sociedade da Justiça.
- Sociedade da Justiça?
- Amanhã, Ted. Amanhã...
Allen W. Dulles cumprimenta o velho amigo e se retira. Ainda havia muito a ser feito até que a América tenha seu grupo de super-humanos.
Continua...
[1] – “Paperclip” era o codinome da operação iniciada pelos aliados (EUA e Inglaterra) no fim da Segunda Guerra Mundial com o objetivo de capturar cientistas alemães para que não caíssem nas mãos dos russos.
[2] – O paralelo 38° N divide a Coréia em duas áreas distintas: Coréia do Norte, de política socialista, e Coréia do Sul, de ideologia capitalista. No dia 25 de Junho de 1950, os norte-coreanos ultrapassaram a fronteira e deram início à chamada Guerra da Coréia.
[3] – B-47: Bombardeiro pesado / estratégico, com 32,6m de comprimento, 35,4m de envergadura e peso de 35.867 Kg (vazio).
+ comentários + 1 comentários
Uia!!!
Fic impecável, cara!!! Muito bom, mesmo!!!
Fiquei surpreso quando ví que o Starman seria o Jack, e não o pai! Isso também abre margem para um possível surgimento de outro Starman na Era Moderna!
Adoro cientistas loucos e seus robôs gigantes... são sempre bem vindos...
Parabéns, Nerão...
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