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Revolt #2



Disposto a tudo para encontrar sua irmã desaparecida, Revolt se vê na mira dos capangas de Criminal D e também da polícia. Porém uma pista num lugar inusitado irá levã-lo mais perto do seu objetivo.




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Capítulo 2: “O Dia da Caça...”.

Por: Anderson Oliveira

O estalo dos tiros ecoa por um raio de quilômetros. As balas traçantes podem ser vistas cruzando o céu noturno. O estilhaçar de vidros e de garrafas também é notado numa pequena distância. Porém todos os sons são abafados por gritos agonizantes. São gritos de dor, de ódio... de medo:
— Aaaaahhhhh!!! — um homem é lançado contra as vigas de madeira que se quebram e derrubam as garrafas de álcool. Seu rosto se perde entre sangue e cacos de vidro. Seus olhos expressam todo o medo que ele sente e refletem a imagem de seu torturador:
— Pela última vez... Onde está Jezebel?! — Revolt está irado. Ele sabe que a cada minuto sua irmã Marisa corre perigo nas mãos de sabe-se lá Deus quem, sendo forçada a se prostituir senão... senão... Ele não quer pensar nisso. — Fala logo!!
— N-não... n-não sei... porra! — o homem, um simples capanga que comandava uma boca de fumo a serviço de Criminal D, hoje se sente o próprio Judas em sábado de aleluia. Sorte melhor não teve seus colegas que se encontram desacordados após receberem tiros e golpes de todos os tipos pensáveis.
— Minha paciência já se foi há muito tempo... então... — Revolt pega uma arma que pertence ao bandido e a enfia dentro das calças do mesmo. — Fala algo que preste, ou então diga adeus ao seu amiguinho!
— E-eu não sei! Caralho!! Verdade!! Só tô aqui há uma semana!! Não sei de nada!!
— A ignorância é algo terrível! — Revolt destrava a arma. O bandido deixa escorrer uma lágrima. — Você tem filhos?
— T-tenho... Um...
— Pois será o último. — Revolt atira. O grito do bandido é ensurdecedor. Nesta hora, Revolt percebe que foi longe demais...
“Por pouco não mato todos hoje... Não... não pode ser assim... Não sou um deles! E muitos, muitos desses caras são apenas vítimas... Não posso continuar assim... Preciso me controlar... Devo guardar essa fúria para quem realmente a merece...”
Revolt caminha pelo barraco largando a arma no chão. Debaixo de um armário ele vê uma caixa verde muito familiar. A puxando para fora constata ser uma caixa com granadas do exército. Um artefato perigoso nas mãos desses criminosos, mas muito útil para Revolt. Com as granadas debaixo do braço ele deixa a boca. Depois amarra a caixa na moto, a monta e sai rumo à outra boca. Esta foi a segunda desta noite...
Ele segue veloz entre as sombras das vielas para que ninguém o veja. Com tanta confusão os moradores da favela não se atreveriam a por a cara para fora, mas é bom ter cautela, como se já não bastasse o ronco do motor que acusa sua localização. Um erro que precisa ser corrigido. Porém este erro pode ser fatal hoje mesmo...
— Arghh! — Revolt geme. Um tiro o atingiu nas costas. Mesmo com a proteção de seu traje a força do tiro dói e o faz perder o equilíbrio. Num instante ele percebe uma maior preocupação: — As granadas! — As granadas... se forem atingidas será o fim. Mas o tempo é um inimigo que não pode ser derrotado e em centésimos de segundo Revolt vai ao chão. Sua moto ainda roda e trepida até se chocar com um dos muros de um beco. Por sorte a caixa de granadas estava bem firme e não se abriu.
Mas isso não significa muito. Quem lhe desferiu o tiro? Revolt pensa enquanto se levanta rapidamente e vai até a moto. A resposta vem em seguida com mais tiros vindo do alto. “Proteja as granadas”, pensa Revolt que joga seu corpo entre os tiros e a caixa. Tiros desencontrados, são poucos que o atingem, mas mesmo assim a dor é terrível. E só graças a sua resistência, adquirida após anos de treinamento, e sua força de vontade, ele aguenta firme.. Mas então os tiros acabam.
— O cuzão é à prova de balas?! — uma voz diz do alto de um telhado.
— Quem sabe se pipocá à queima roupa? — diz outra voz. Em seguida risos e passos desordenados acompanham um grupo de dez capangas armados que entram no beco.
— Lá tá o cara! Fogo nele!! — diz aquele que vem mais à frente.
— Não mesmo! — retruca Revolt que logo avança contra os capangas. Com uma voadora acerta o rosto de um deles que larga sua arma. Era o que Revolt queria. — Agora sim! — exclama destravando a metralhadora AR-15. Pasmos com a cena, os demais bandidos iniciam a fuzilação, mas Revolt os enfrenta a altura...
“Malditos! Isso só pode significar que D deu ordens para me caçarem! Parece que o Revolt, em dois dias, já representa uma pedra no sapado de D. Essa é a parte boa! A ruim são esses caras! Preciso me livrar deles! Droga! Os disparos são muitos! É melhor me esconder atrás dessa caçamba! E as granadas?! O alvo deles sou eu... eles não sabem delas... melhor assim... Argh... preciso acabar logo com eles!!”
A ordem é matar. Os bandidos caçam uma gorda recompensa. E vieram preparados. Revolt não quer matar, não mesmo. Seus tiros são calculados. Façanha de quem treinou no exército. Mas Revolt só tem uma arma, só um pente de munição... e os bandidos têm nove... Oito... Sete... Quatro... Um a um vão tombando. Mas logo a munição de Revolt se acaba.
Sua armadura está totalmente baleada. A resistência do traje é limitada. Cedo ou tarde, nestas condições, uma bala poderá atingir Marcelo. É um risco inevitável. Ele então avança contra os quatro atiradores ainda de pé. Precisa ser ágil, o que é difícil após tantos tiros. Seus socos são lentos, mas consegue desarmar dois.
Parece ser uma tarefa difícil. Parece ser uma luta perdida. Revolt está cansado e dolorido e ainda faltam dois atiradores a combater. Mas uma sirene na distância faz os bandidos tremerem:
— É a polícia! Vambora! — grita um deles, e todos que ainda podem caminhar se vão dali. Um alívio para Revolt. Agora ele pode pegar sua moto e voltar para seu esconderijo. E assim, com dificuldade, o faz. Porém as armadilhas dessa noite ainda não acabaram:
— Parado aí, marginal...! — grita um policial militar que chega ao beco junto com mais três policiais. Porém ao ver a figura de Revolt seu grito se perde... — O que é isso?!
— Não sou marginal. — diz Revolt ligando sua moto.
— Não se mova!! Desça da moto! — continua o PM.
Revolt não responde. Apenas acelera e avança contra os policiais. Ele tem bons motivos para odiar a polícia. A polícia matou seu pai. Mas para estes policiais aquele motoqueiro é um arruaceiro, um fora da lei que precisa ser detido. E tão logo quando Revolt ganha as ruas eles voltam para suas viaturas. Inicia-se uma perseguição.
“Droga! Quando precisamos da polícia ela nunca está aqui para ajudar. Mas sempre está para atrapalhar, para humilhar e abusar de seu poder. Para matarem inocentes e deixarem bandidos sem punição! Mas agora preciso fugir... estou muito machucado e minha roupa está detonada. Ainda tenho que trabalhar amanhã! Putz!
“Tenho que despistar esses caras. O jeito é ir pelas vielas onde os carros não passam, mas minha moto sim. Feito! Ótimo, eles ficaram pra trás. Agora preciso de descanso.”
— Inferno!! — exclama o policial ao perceber que Revolt escapou. — Temos que jogar esse louco no xadrez!
— Esquece, Pires... — diz seu parceiro. — Esse cara foi visto acabando com as bocas de fumo da região... Ele tá do nosso lado.
— Só se for do seu lado, Wesley. Não do meu. — completa aquele que foi chamado de Pires. Sem dúvida ainda iremos ouvir falar do policial Pires no futuro, mas esta noite não.

Mais tarde Revolt chega ao seu esconderijo. Lá é recebido por Eugênio que vê seu irmão ferido e com seu traje baleado. A prioridade é tratar dos ferimentos de Marcelo. O traje pode ser restaurado ou substituído depois. É madrugada. Marcelo tem que sair ao nascer do sol para trabalhar... Um sono de poucas horas não seria suficiente para qualquer um, mas Marcelo aprendeu duras lições no exército, e uma delas é dormir pouco.
Assim ele está pronto para um novo dia. Seu corpo ainda dói, mas os emplastos que fez irão ajudar. Horas mais tarde está no Centro de São Paulo, entre os carros e outras motos nas ruas da cidade. Entre os motoboys Marcelo fez grandes amigos, um deles é Téo, que trabalha no mesmo prédio que ele:
— Cê tá mal, hein?! — diz Téo numa pausa para o lanche enquanto os dois comem hot dogs e bebem refrigerante num trailer. — Parece que apanhou de vara de marmelo!
— É o que acontece quando se resolve jogar uma pelada no fim da noite! — responde Marcelo.
— Pelada? Nem sabia que cê jogava futebol!
— Por isso! Não jogo! Daí só me ferrei!
— Eheheheh! Mas aí... falando em jogo, que tal uma sinuca depois do trampo?
— Boa! Uma sinuquinha seria... Não dá.
— Pô! Faz tempo que cê não sai com a gente!
— Pois é... agora tenho outras... atividades. — Marcelo cerra o olhar e pensa em sua vida dupla como Revolt.
— Ah... tô ligado!
— Hein?!
— É a Daniella?! Ela não te dá uma folga!
— Hã... ah... é... Cê sabe! — Marcelo disfarça e aproveita essa desculpa. — Olha a hora... tá na hora de voltar pro matadouro!
— Tem razão! Vambora!

Enquanto isso, Daniella, a namorada de Marcelo, está nos fundos de um velho galpão usado como centro comunitário. É um lugar cedido pela prefeitura para a realização de atividades esportivas e culturais na comunidade. O galpão abriga oficinas de música, artesanato e centros de informática. Nos fundos há uma quadra esportiva e uma rampa de skate. Daniella sobe na rampa, ajeita seu boné, faz uma bola com seu chiclete, e desce pela pista com suas manobras perfeitas e radicais.
— Olha só isso! — exclama um garoto de uns doze anos.
— É... ela arrebenta! — diz outro da mesma idade, que observa a performance de Daniella.
— E fora isso é mó gosto-- digo... bonita! — argumenta o primeiro.
— Só! — diz o outro boquiaberto. Daniella termina seu passeio, põe o skate debaixo do braço e sai da pista. Ao passar pelos garotos, ela diz:
— E aí? Quem vai ser o próximo a tentar? — os garotos se olham sem graça.
— Se eu andar bem, sem errar... Você me dá um beijo?! — diz o primeiro garoto. Daniella se abaixa e diz:
— Acho que meu namorado não ia gostar de te ouvir falando isso!
— Namorado?! Me diz quem é o cara que eu--
— Ele tem quase dois metros de altura, é forte e foi soldado do exército... sargento, eu acho... Dizem que ele moia pedras com os dentes lá no Haiti. — Daniella diz sorrindo. Os garotos arregalam os olhos e ficam em silêncio. — Tchau, bonitinhos! — Daniella pega sua mochila e entra no galpão. Ao se dirigir a saída, sem querer, ouve dois homens conversando:
— Iremos demolir essa parede para haver espaço suficiente para os caminhões! E lá atrás ficará o depósito de areia e de outros materiais... — dizia um deles.
— Demolir?! Vão acabar com o centro? — diz Daniella consigo mesma. Nisso um dos homens a escuta e lhe responde:
— Isso mesmo, moçinha. A prefeitura precisa desse espaço para abrigar os materiais para as obras que vão--
— Mas e as crianças?! E tudo que é feito aqui?! — Daniella pergunta com exaltação.
— Olha, moça... Isso não é problema meu... Se tem algo a reclamar procure a subprefeitura... Então, como eu ia dizendo... — os dois entram numa sala e deixam a garota só.
— Ah... Isso não vai ficar assim! — dizendo isso, Daniella deixa o centro comunitário.

Em outro lugar, olhos temerosos esperam chegar sua vez. Um jovem espera do lado de fora de uma casa na favela com os joelhos trêmulos. Ele tem coisas muito importantes para dizer, mas tem medo da reação de quem irá ouvir. Seu medo só duplica quando a porta se abre e um homem o manda entrar.
Na outra ponta da sala há um sofá. A sua frente uma mesinha onde revólveres e trouxas de drogas são expostas como mercadoria. No sofá está sentado um homem que é o motivo dos temores do jovem. Com um gesto ele manda o jovem se sentar em uma cadeira de frente pra ele. Então sorri, revelando um dente de ouro e dizendo:
— Eu já sei.
— O que... s-senhor?!
— Eu já sei que o cara detonou duas bocas... fudeu com todos meus homens, e ainda conseguiu escapar do cerco que a turma do Zé Bob armou.
— Senhor D... é...é isso... mas--
— Pára de tremer, moleque! Cê não tem culpa de nada. Fica sussa. Vai um teco? — Criminal D oferece cocaína ao rapaz.
— E-eu... eu quero sim...
— Pode pegar... cheira aí... Essa é da boa... — diz D enquanto o rapaz, agora feliz, prepara uma carreira de pó. D também lhe oferece um canudo (de ouro puro). O rapaz suga a primeira carreira. Fecha os olhos em êxtase e ao tornar a abri-los, se depara com o cano de uma arma: — Boom! — diz D que lhe aponta sua PT-9mm dourada. Logo em seguida ele ri.
— Heh... ehhe... eheheheh! — o jovem também ri. Mas em instantes o sorriso de D se vai. E sem vacilo ele atira na cabeça do rapaz.
— Tirem esse viado da minha frente! E pela última vez: eu quero aquele motoqueiro morto!

De volta à Cidade, Marcelo dá prosseguimento ao seu trabalho. Uma encomenda que seu chefe, o Sr. Batista, lhe mandou entregar o leva a Rua Augusta, conhecido ponto de prostituição da cidade. É dia e o movimento é quase nulo, mas dentro dos prédios há ainda as “trabalhadoras” da noite.
E assim, no quinto andar de um desses prédios, Marcelo, enquanto espera para entregar a encomenda, ouve por trás de uma porta a seguinte conversa:
— Assim não dá mais! Isso aqui não tá rendendo! — diz uma voz feminina muito exaltada.
— O problema é que cê vive chapada, mulher! — diz outra voz feminina.
— Nada a ver! Lá na Barra Funda eu ganhava mais... E cheirava mais ainda! Eu vou falar com a Jezebel pra me trocar de ponto! — “Jezebel”, pensa Marcelo que atenta ainda mais para a conversa.
— Tá foda chegar nela... eu nem sei onde ela fica agora.
— Eu já me informei... Ela tá lá no Tijuco Preto... Tenho aqui o endereço... anotei... — nessa hora, Marcelo se aproxima e abre um pouco a porta, vendo a mulher colocar um papel dobrado no decote. — Vou lá assim que der...
“Preciso pegar aquele papel!”, exclama Marcelo em seus pensamentos. Porém nesse instante chegou sua hora de ser atendido e entregar a encomenda. Ele assim o faz, mas sem tirar os olhos da porta e da mulher com o papel. A secretária do escritório assina e carimba papéis enquanto Marcelo espera impacientemente ela terminar para ele poder sair.
No entanto as mulheres saem da sala e entram no elevador. “Essa não! Anda rápido com isso!!”, pensa, enquanto a secretária não demonstra pressa alguma. Após longos minutos ela termina, entrega os recibos para Marcelo que, impaciente, os coloca na sua pasta e sai correndo do escritório. Desce pelas escadas e chega ao térreo, vendo as mulheres ganharem à rua.
— Ei, moça! — ele grita. — Ei, moça!! — na segunda chamada as mulheres olham para trás. Marcelo vai até elas com a pasta na mão. — Deixaram isso cair!
— Não... essa pasta não é nossa! — responde a que leva o papel, que agora salta quase a metade pra fora do decote.
— Certeza? — diz Marcelo com o olhar fixo no papel.
— Claro-- Ah... já sei o que você quer! — diz a mulher quando repara que ele olha para seus seios.
— Hã... pois é... mas deixa pra outra hora... — diz Marcelo entrando entre as duas, fazendo o possível para tirar o papel da mulher. — Desculpa... desculpa! Meu cinto enroscou na sua roupa! Como sou desajeitado! — diz ele simulando estar atrapalhado e roçando contra o corpo da mulher.
— Espera... deixa eu ver... — diz a mulher se distraindo o bastante para ele pegar o papel.
— Pronto! Soltou! Até mais! — ele sai correndo e sobe na sua moto. Mais tarde, na Barão de Itapetininga, ele confere o papel: — Isso! O endereço do “escritório” de Jezebel!

Mais tarde, no esconderijo de Revolt:
— Trabalhei o dia inteiro nessa nova roupa. — diz Eugênio enquanto Marcelo veste o traje. — Dupliquei a densidade do klevar e nos pontos vitais tripliquei! Por isso a roupa vai ficar um pouco pesada no começo, mas você é forte, vai se acostumar.
— Tudo bem. Contanto que eu não leve tiro...
— E toma cuidado mesmo.. E olha só: coloquei coldres e bolsos internos, ideal pra carregar armas e acessórios.
— Bom. Será útil.
— E ainda peguei as granadas que você trouxe e pintei de prateado... pra combinar, saca?
— Tá, mas e o mais importante? Deu pra tirar o ruído da moto?
— Olha, tirar tudo só se tirar o motor, o que não é bom pra você, né? Mas eu consegui instalar um abafador que reduz mais da metade do barulho. E coloquei esse pequeno compartimento debaixo do banco também, pra você guardar alguma coisa. Cara! Tô cansadão!
— Então descansa, meu irmãozinho... Se Deus quiser isso tudo vai acabar mesmo. Com esse endereço certo eu trago Marisa de volta em dois tempos!
— Mas toma cuidado, Marcelo. Sua cabeça deve estar a prêmio ainda. Um vacilo seu e já era, nem a nova blindagem nem nada pode te salvar.
— Eu sei, Eugênio... eu sei...
— E... Aquela grana já era. A moto e os equipamentos custam uma fortuna...
— Sei... Se eu encontrar qualquer dinheiro em posse dos bandidos e pego.
— Ei! Isso não parece... roubar?
— Robin Hood, irmãozinho... Tirar dos ricos e dar aos pobres... Só que no caso os únicos pobres somos nós! O dinheiro sujo deles será melhor aplicado assim. Não é? — Marcelo primeiro põe uma touca, estilo piloto de Fórmula-1, e depois põe o capacete, que precisa ser atado e bem encaixado nos contornos de sua cabeça. Ele dá partida na moto, que realmente teve seu ruído reduzido, e sai pelos fundos da casa, chegando a um matagal de onde ele alcança uma pontinha e de lá entra na tubulação aberta.

Recomeça a caçada.


Continua...
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+ comentários + 1 comentários

25 de junho de 2010 às 16:45

Fantástica essa segunda parte! Manteve com classe o nível da anterior...

A cena da luta no beco foi de mais, e depois a participação de Dani foi muito legal também, mostrando que a garota deve aprontar ainda. Gosto de histórias assim, divididas, que mostram vários personagens em acontecimentos paralelos.

Parabéns, cara!!

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