Antes de Barry Allen houve outro nome chamado Flash.
Conheça agora sua origem, a entrada na SJA por causa da amizade e por que ele também é chamado de Joel Ciclone!
Prelúdio para a sociedade da Justiça #3
Joel Ciclone
Amizade
Por João Norberto da Silva
Keystone city, quase três da madrugada.
Um raio avermelhado parecia tingir as ruas da cidade de vermelho, fazendo a sujeira resultante da noite de Sábado ser erguida no rastro de vento, que acompanha os movimentos de certo bólido.
Esse raio só poderia mesmo ser visto do céu e é o que aconteceu quando olhos humanos, cujo dono sempre se esforçava para não se perder no deslumbre de seus poderes, tentava em vão determinar onde o “raio” ia parar.
Não podendo descer mais, com medo de perder o “rastro”, o observador continuava voando, se concentrando ao máximo, para fazer a energia de seu corpo continuar a mantê-lo no ar.
“Droga Jay...Você podia dificultar menos não é?”
Como se em resposta aos anseios do observador, o raio pareceu entrar num prédio, e ficou lá por alguns segundos, tempo mais que suficiente para que, como se fosse um cometa, o homem conhecido atualmente como Starman, desceu até a frente do local.
Antes de o fantasiado entrar no prédio alguém começou a sair de lá, trazendo dois homens desmaiados, todos puxados pelas pernas das calças, muito caras como se podia perceber à primeira vista.
Não eram bandidos comuns.
- Achei que tinha deixado minha posição bem clara Jack.
Largando os homens na calçada, o outro se aproximava de Starman e este reparou bem pela primeira vez no uniforme do Flash.
Um chapéu metálico, imitando o de Hermes, o deus grego da velocidade, cobria um capuz que deixava o rosto do velocista à mostra e se conectava à uma jaqueta totalmente fechada, onde um raio dourado cortava o peito dele com a parte posterior terminando no cinto, que segurava uma calça azul marinho, cujas pontas terminavam dentro de botas negras.
- Infelizmente, eu ainda tinha esperanças de ter você na nossa equipe... – Starman então estendeu seu bastão para a direita do outro, disparando um raio e derrubando um terceiro homem, vestido como os que Joel havia derrubado. – Apesar da sua velocidade pelo visto você ainda precisa de ajuda...
- Eu conseguiria pegá-lo mais cedo ou mais tarde.
- Droga Jay... Os vermelhos estão tramando algo e não acredito que você vai ficar de braços cruzados... O que aconteceu com você? O que aconteceu àquele jovem estagiário que eu conheci no laboratório do meu pai?
- Eu cresci Jack... – Um silêncio prolongado caiu entre eles, antes do velocista terminar sua sentença. - A vida me fez crescer.
O som de sirenes indicava que a polícia devia estar próxima, o que quebrou um novo e incômodo silêncio.
- Pelo menos me ajude nessa missão Jay... – Starman se aproximou dos homens caídos e puxou a manga de um deles, o que revelou uma estranha tatuagem. – Vê isso? São homens do Ultra-Humanoide... Não temos muitas informações, mas parece que ele, ou algum agente, pretende fazer algo aqui em Keystone... Podemos nos ajudar nessa Jay.
- Não sei Jack... Eu...
- Droga Jay... Não me faça implorar.
Um sorriso surgiu no rosto do velocista e naquele instante, foi como se eles voltassem a ser amigos.
- Que saco heim? Você estava bem perto de implorar não é?
Dizendo isso o Flash saiu correndo, o que fez o Starman levantar voo e seguir a trilha do antigo amigo que, enquanto corria, deixava as lembranças tomarem sua mente, levando-o de volta a cinco anos atrás.
XXX
- Ted? - O chefe do departamento pessoal das industrias Knight tentava chamar a atenção do cientista pela quinta vez. – Ted... Será que pode me dar um pouco de atenção?
- Hã? Ó Sam! – Ele finalmente levantara seus olhos de um microscópio. – Mal percebi que estava aí! Perdão... Mas... No que posso ajudar?
- Bem acabamos de contratar um estagiário para te ajudar aqui no laboratório.
Naquele momento um jovem e deslumbrado estudante entrava pela porta dupla, não conseguindo impedir o queixo de cair diante dos aparelhos que via pela frente, percebendo que, de fato, aquele deveria ser um dos melhores laboratórios dos EUA.
Ele estava tão absorto em seus pensamentos, vendo o que poderia usar para chegar a alguns resultados interessantes, sua mente passando rapidamente por mundos de possibilidades, que mal percebeu quando aquele que seria seu chefe lhe estendia a mão.
- Ted Knight.
- Opa! Desculpe... Jay Garrick... Senhor Knight, é uma honra…
- Pode me chamar de Ted... Hã... Jay? – Após um aceno positivo com a cabeça, ele continuou. – Ótimo... Jay... Que tal começarmos? Tenho algo interessante no que trabalhei a manhã inteira e precisava mostrar para alguém...
- Caramba! Nunca tinha visto algo assim!
Enquanto os novos colegas se perdiam em conversas que um homem comum não entenderia, Samuel se retirou, deixando-os começarem uma discussão a respeito de energias sustentáveis.
Seria a primeira de muitas.
A discussão foi interrompida quando Jack, o filho de Ted, entrou no laboratório, causando um silêncio incômodo no local.
- Bem... E você deve ser o Jack... Seu pai fala muito de você. - Após a pequena mentira e um piscar de olhos para o cientista, Jay se voltou para o recém-chegado. - Mais tarde seu pai vai me mostrar o resto do laboratório. Você sabe onde fica a cantina?
Naquele momento uma forte amizade entre os três nascia. Uma amizade complicada, entretanto, devido ao relacionamento conturbado entre Ted e Jack, o filho era quase uma decepção para o cientista, uma vez que seu interesse pela ciência era nulo, fazendo com que ambos se afastassem.
O recém-chegado fazia muitas vezes o papel de ponte entre eles, mas um traço da personalidade de Jay acabou fazendo com que Ted voltasse ao jovem a atenção que devia estender a seu filho, causando certa mágoa neste.
Mesmo assim Jack não conseguia sentir raiva de Jay, tamanha era a facilidade deste em conquistar todo mundo, um charme e carisma natural que funcionava com todos à sua volta.
Principalmente com as garotas.
Só que tão rápido quanto ele as conquistava, ele também as dispensava, ganhando fama de garanhão, um contraponto à seriedade comum de seu melhor amigo, que sentia ter que agir assim, uma vez que já era até pai.
- O que você precisa é formar uma família Jay... - Ted não cansava de dizer isso, tanto para Jay quanto para Jack, enquanto eles saíam para mais um baile. - Isso vai te aquietar...
- Aquietar ou matar de vez não é? Hahahahahaha!! Não Chefe... - Era o modo como ele sempre falava com Ted. - Estou bem desse jeito... O dia em que uma franguinha tocar meu coração de verdade eu aquieto o facho...hahaha
Os dias foram passando, se tornando semanas, meses, anos.
Ted concentrava suas forças no estudo dos usos de energia solar, deixando mais e mais projetos por conta de Jay que, mesmo sobrecarregado, dava um jeito de segurar as pontas.
Até o dia do relâmpago.
A manhã surgira com um Sol agradável e uma brisa refrescante, combinação que faria a maioria das pessoas preparar piqueniques, mas para Jay era o tipo de dia que não deveria ser “desperdiçado” à toa.
Num descampado próximo de Keystone, o cientista ergueu um estranho aparelho que, segundo todos os estudos, seria capaz de analisaras partículas de ar da atmosfera e definir exatamente a quantidade de poluição presente, podendo assim emitir avisos para que os governos pudessem prevenir futuros problemas de saúde para a população.
O aparelho começava a vibrar e zunir, fazendo uma tira de papel saltar, repleta de dados, que o cientista iria analisar na hora do almoço.
Infelizmente os planos dele não ocorreram como o esperado.
O som de trovões chamou a atenção de Jay, que estranho o fato já que o céu ainda estava limpo, mas conforme o barulho ia se aproximando, o instinto de de sobrevivência falou mais alto e ele se pegou tentando desmontar o aparelho rapidamente.
Nesse momento um relâmpago escarlate o atingiu em cheio e Jay perdeu os sentido, tendo a certeza de ter visto uma silhueta humana antes de sua visão apagar e uma voz que sumiu pouco a pouco.
- Chegou a sua vez.
Dias depois ele acordava e os primeiros rostos que vira foram o de seus dois amigos.
Ted e Jack se encontravam ao lado da cama, ambos com a expressão mista de alivio e preocupação, enchendo o jovem com centenas de perguntas, mas logo foram interrompidos por uma jovem enfermeira, que tratou de colocá-los para fora.
- Agora é melhor você descansar senhor Garrick...
- Pelo amor de Deus... Senhor Garrick é meu pai... Pode me chamar de Jay... Senhorita...?
- Joan... - A enfermeira sorriu pelo modo teatral com que o outro procurava saber seu nome, o que a deixou surpresa foi o fato de ter gostado. - Joan Willians...
E antes de ficar sozinho Jay acompanhou aquela que ele sabia, em seu coração, se tratar da mulher de sua vida.
Mais uns dias se passaram e o jovem retornou aos laboratórios Knight, sendo recebido com uma pequena festa, ideia de Jack, que foi quase derrubado por seu pai, quando Ted se adiantou a todos os demais para cumprimentar Jay.
Jack respirou fundo e, por conta da felicidade com a volta do amigo, deixou de lado mais aquela exagerada demonstração de carinho que deveria, na verdade, ser dirigida a ele.
Quando finalmente a vida parecia se normalizar, com menos pessoas o paparicando, Jay retornou ao local do acidente, seu cérebro de cientista ainda não havia decifrado o motivo pelo qual ele fora atingido por um raio e sobrevivera sem sequelas.
Mais misterioso ainda era que ele vinha se sentindo ainda melhor do que antes do raio.
“E por que diabos eu lembro de um clarão vermelho?”
- Você demorou. - A voz surgiu atrás de Jay e quando este se virou não havia ninguém lá. - Hum... Ainda está um pouco lento não é?
Mais uma volta e novamente ninguém estava ali.
- Quem é?! Aparece se for macho!
- Buuuu! - Além do susto Jay sentiu alguém empurrando-o e foi então que o mundo pareceu se mover mais lentamente, enquanto ele começava a correr.
- AAAAAAAAHHHHHHHHHHHH!!!!!!!
- Mantenha a calma e continue correndo. - Ao lado de um apavorado Jay Garrick, um homem trajando um estranho uniforme azul e branco, o acompanhava naquela estranha corrida. - Relaxe pois sempre é assim quando a força de aceleração é ativada.
- Para com isso!!!!!!!!!! Faz Parar!!!!
- Certo... Certo...
O estranho segurou o braço de Jay e os dois finalmente pararam.
Do outro lado da cidade.
Distância percorrida em pouco segundos.
- Merda! O que foi isso? Como a gente veio parar aqui tão rápido? Quando...
- Posso responder todas as suas perguntas garoto... Mas antes... - A imagem do homem ficou distorcida e em seguida ele estava com roupas normais. - Que tal um café?
Horas mais tarde Jay Garrick tomava conhecimento sobre a força de aceleração, seus efeitos nos escolhidos e sobre ser a vez dele assumir o manto do velocista daquela geração.
O que era mais difícil de acreditar, no entanto, era que ele estava diante de uma lenda urbana da segunda guerra.
Max Mercúrio.
- Finalmente minha hora de... Como direi... Me aposentar, está se aproximando... Mas antes disso preciso te preparar para o que está por vir.
As semanas seguintes foram preenchidas por mais explicações e um treinamento que, num futuro não muito distante, o próprio Jay acabaria repetindo para treinar Barry Allen.
Paralelo a isso as atividades nos laboratórios Knight iam ficando em segundo plano, com algumas faltas injustificadas daquele que prometia ser a próxima grande estrela, o que levou Ted a questionar se seu jovem pupilo estivesse passando por algum problema.
- Na verdade estou reavaliando alguma escolhas Ted... Aproveitando que ainda sou jovem para decidir mesmo o que quero para meu futuro... E talvez não seja apenas como cientista...
Nessa época o exército entrou em contato com Ted o que levou o cientista a se afastar durante um tempo do laboratório, levando consigo seu filho que, assim como o pai, pouco a pouco começou a se afastar de Jay.
Foi numa noite chuvosa que o novo velocista decidiu que rumo sua vida iria tomar.
Dois ladrões estavam sendo atendidos no hospital onde Joan trabalhava, eles havia sido baleados de raspão por policiais, mas assim que foram atendidos, conseguiram dominá-los e fazer refém toda a equipe que os atendera.
Ao saber da situação Jay não pensou duas vezes e, trajando um uniforme que Max Mercúrio havia confeccionado a poucos dias, o Flash resolveu fazer sua estreia.
- Se todo mundo ficar quieto a gente sai daqui e tudo se resolve logo... - Um dos bandidos apontava sua arma na direção dos policiais, todos desmaiados após terem sido dominados e discursava para o médico e as duas enfermeiras. - Só precisamos bolar algo prá tirar esses policiais dali de fora e...
A frase foi interrompida quando o que parecia um borrão avermelhado surgiu do nada e derrubou os dois bandidos, verificou se os reféns estavam bem e foi até os policiais avisar que tudo estava resolvido.
- E quem é você?
- Apenas um amigo... Pode me chamar de Flash.
Assim nascia um herói.
Ao saber do acidente que seu amigo havia sofrido Jay tentou descobrir o que havia acontecido, mas após várias tentativas infrutíferas, ele imaginou que seus amigos mesmo ou estavam totalmente incomunicáveis, ou não queria mesmo entrar em contato.
Sem saber se Jack havia sobrevivido ou não, o jovem decidiu se afastar dos laboratórios Knight e assim se tornar um herói em tempo quase integral. Para se sustentar, iria criar tecnologias para ajudar realmente as pessoas.
Alguns meses se passaram e o Flash, pouco a pouco foi ficando famoso, o que atraiu a atenção do governo.
Ele se tornara um candidato natural ao projeto SJA.
Starman, por conhecer bem a cidade de Keystone, fora designado para fazer contato com o até então desconhecido herói, o que aconteceu após três noites infrutíferas de tocaia, justo quando a informação de que homens do Ultra-Humanoide estariam agindo por lá.
O herói energético havia conseguido achar o esconderijo, mas chegara tarde pois lá dentro o Flash já havia derrubado os líderes e descoberto os planos deles, após ler todos os pedaços de papel com algo escrito que estavam no local.
- Quem diabos é você?
- Sou o Starman, da Sociedade da Justiça... Eu queria mesmo encontrá-lo...
Antes da frase terminar o velocista já não se encontrava na sala, correndo pelas ruas da cidade atrás dos demais vilões, forçando o Starman a se elevar aos céus e seguir o rastro que o Flash deixava para trás.
XXX
- Explodir a ponte? - no alto de um dos prédios da cidade os dois heróis podiam conversar sem ser interrompidos. - Mas que ponte?
- A que vai ligar Keystone à Central City, a cidade que foi inaugurada a poucos anos...
- E por que fariam isso?
- Você não imagina mesmo Jack? Eu só posso pensar em uma possibilidade.
- Não vai ficar de teatrinho de novo não é?
- Não brinco quando vidas estão em jogo... Pelo que você fala do tal Ultra-Humanoide, ele deve ter interesse em “esquentar” essa “guerra fria” idiota em que estamos metidos... O que você acha que resultaria de um ataque desse porte em solo americano?
- Droga... Detesto quando você tem razão... E agora?
- Pelo que eu descobri eles tem uma base bem protegida naquele outro prédio. - O velocista apontou numa direção, sendo acompanhado pelos olhos do colega. - Já as bombas estão espalhadas pelas obras da ponte. Mesmo com toda a minha velocidade não posso estar em dois lugares ao mesmo tempo.
- Então precisa de mim?
- Não precisa fazer esse sorrisinho de vitória... Acha que pode dar conta dos bandidos? Ou prefere pegar as bombas?
- Dar porrada sempre foi minha primeira escolha.
- Então vamos lá!
Quando o som chegou aos ouvidos do herói energético, o Flash já se encontrava longe dali.
Correndo mais rápido do que nunca ele começou a vasculhar as ferragens e demais lugares na ponte que mal havia sido começada, encontrando bombas de vários tamanhos e formas, reunindo-as num local próximo.
Cinco minutos depois o Flash pensava em ir ajudar seu antigo amigo, enquanto o amontoado de bombas jazia a seus pés.
- “Será que ele não conseguiu?” - A voz fez o velocista olhar para cima. - Aposto dez cents que é isso que você está pensando... “Será que eu vou ter que ir ajudar o Jack?”
Starman trazia um grupo de cinco bandidos presos dentro de uma bolha de energia e descia pouco a pouco, até chegar diante do Flash.
- Pelo visto vencemos... Como uma equipe... Nada mal né? Agora você vai reconsiderar maus convite?
Antes do Flash dar uma resposta, os dois foram surpreendidos por uma voz que parecia vir das bombas.
- Bem... Se essa mensagem começar é por que meu pequeno plano, ou isca, como acharem melhor, funcionou... Seja quem tiver impedido meus servos de acionar as bombas, bem... Sua vitória será curta... De digamos... quinze segundos.
Em seguida luzes vermelhas começaram a piscar em todas as bombas, dando tempo apenas para os heróis se entreolharem e, sem trocar uma palavra, decidirem o que fazer.
Starman deixou os bandidos caírem no chão e ergueu uma esfera ao redor das bombas, levantando voo em seguida e levando-as o mais rápido que podia em linha reta, cortando o céu noturno.
No solo o Flash permaneceu estático, podendo apenas observar o rastro de energia dourado que o amigo deixava, enquanto continuava a subir.
De repente o céu noturno foi iluminado por uma imensa explosão.
As pessoas conversariam no dia seguinte, mas ninguém descobriria a verdade sobre o brilho que fez muitas pessoas acharem que o fim do mundo, ou a temida terceira gerra, havia começado.
O herói velocista permaneceu com os olhos cerrados, após desviá-los por um momento, protegendo-os da luz, mas logo percebeu um pequeno e fraco raio de energia que fazia o mesmo percurso de uma estrela cadente.
Novamente ultrapassando seus limites, o Flash foi até o lugar para onde o raio parecia se dirigir e, lá chegando, começou a correr em círculos, formando, pouco a pouco um pequeno colchão de ar e, desse modo, Starman desceu em segurança até o chão.
Poucos minutos depois ele despertava, vendo seu antigo amigo sentado numa poltrona e a namorada desse vendo seus sinais vitais.
- Ele está bem Jay... Não consigo imaginar o motivo de ele ter desmaiado... - A enfermeira arrumava sua bolsa e em seguia ia saindo, após dar um breve beijo no namorado. - Da próxima vez tentem não beber tando.
Uma vez sozinhos os dois ficaram por quase um minuto se encarando em total silêncio.
- Então... Ultra-Humanoide não é?
- Exato Jay... Sei que o governo está paranoico por causa dos comunas, mas não dá prá deixar uma ameaça dessas de lado...
-Você vai me convidar de novo não é?
- Você vai se fazer dei difícil ainda?
Mais um momento de silêncio.
- Mas eu vou escolher outro codinome... Para o caso dessa tal de SJA me envergonhar...
- Idiota... E que nome seria?
- Que tal... Joel Ciclone?
Continua...
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Aêê... adorei a origem do Flash dos anos 60! Muito legal a amizade formada entre ele e o Starman... só que eu me atentei em um detalhe: na sua fic o Starman utilizou o bastão pra atirgir inimigos com raios... só que na fic do Nery, o bastão foi destruído e o poder parecia estar dentro do próprio herói...fiquei confuso...ehehehe... agora... pô, o Starman usou o poder dele como se fosse o Lanterna, oras... que foi aquilo?
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