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Frequência DC: Caçadora #03

Exatamente quando o mafioso Sabatino estava para arrancar os olhos de Sloan Bertineli, ele recebe a notícia de que Helena Bertineli, conseguira fugir. Mas como uma menina de cinco anos presa com algemas foge de cinco guardas armados? O que ela fará para resgatar seu pai? Confira as respostas em Caçadora - Origens #3!

Freqüência DC Apresenta:
Caçadora - Origens
Parte 3

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Por: Lucas Bretas (MatrixBrazilBH)

Ao receber a notícia de que uma mera garotinha de cinco ou seis anos de idade havia escapado das mãos de seus melhores homens, Sabatino a arma, apontou-a para o capanga que veio lhe trazer a notícia e puxou o gatilho. O estrondoso som do disparo assustou Sloan Bertinelli, que mesmo assim continuou com seu singelo sorriso em sua face.

- Hehe... minha garota – sussurrou Bertinelli.

E junto ao sussurro uma lembrança nem tão recente e nem tão antiga veio à sua cabeça. Era uma quinta feira chuvosa e Helena tinha acabado de fazer seus quatro anos de idade. Bertinelli estava em sua casa, ao telefone conversando com uma ilustre e influente mulher.

- Então, este é o trato, você virá aqui todas as terças e quintas feiras e treinará minha filha, certo? – disse Bertinelli.
- Exato. Mas, já vou avisando, o treino é pesado e nem um pouco barato.
- Eu sei, por isso te contratei, sei que seu programa de treinos não é falso, inútil, fútil, ou qualquer outra coisa do gênero. Sei que posso confiar em você. Certo?
- Claro. E então, o QUANTO está disposto a pagar?
- Mil e quinhentos dólares por hora de aula.
- Uma boa oferta.
- Posso confiar em você que minha filha será bem treinada, certo?
- Claro, senhor Bertinelli. O treino irá TRANSFORMAR sua filha com o passar do tempo. E afinal, uma LADY SHIVA nunca falha em seus compromissos.

E de repente, Bertinelli volta para o presente e sente uma bordoada na boca de seu estômago. Ele mal consegue levantar a cabeça, e quando abre seus olhos novamente, a única coisa que vê é um punho se aproximando rapidamente de sua face, e depois tudo se apaga.

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Cinco minutos atrás...

Helena estava em um quarto com quatro homens à sua volta cercando-a. É claro que uma garota normal de cinco anos de idade não teria chance alguma de escapar dali. Mas quem disse que Helena é uma garota normal?

Ela estava sentada em uma cadeira desconfortável, e a única coisa que podia ouvir eram os homens falando de como achavam que Bertinelli iria ser morto. Percebendo a situação em que estava, Helena começava a se lembrar de seus treinos.

- Desvie! – Gritava a mulher dando um forte tapa na face da garota. – Desvie!
- Hum! – Era a única coisa que Helena podia fazer, resmungar e gemer de dor.
- Você é uma menina mimada mesmo.

“Não, isso não vai servir pra agora! Vamos Helena, lembra do que a Dona Lady Shiva falou! Lembra quando ela te prendeu na cadeira!”

- O que você faz agora, criança? – e assim deu-lhe um tapa em sua face. – Responda!
- Eu... eu não sei Dona Shiva!
- E o que você faz quando não sabe? Hum?
- E-Eu pergunto...
- E por que não perguntou ainda – disse a mulher aos berros enquanto dava mais um tapa na garota.
- O-O que eu faço, Dona Shiva?
- Vê isso aqui? – a mulher mostrava um grampo para a menina – É o meio mais fácil de se escapar. Você irá aprende-lo rapidamente.
- C-Certo. Me ensina.
- Você deve andar com um desses.
- Certo. – disse a garota confirmando.
Tire essas coisas da ponta dele, e abra-o quase que completamente. - assim a mulher continuou explicando à menina como se escapar usando grampos.

“Isso mesmo! Os grampos que a Dona Lady Shiva falou! Deixa eu pegar eles aqui no meu cabelo. É sempre bom andar com um desses.”

E assim, Helena retirou os grampos de seus cabelos discretamente e abriu as algemas. Mas agora ela precisava de um plano para sair dali.

- Seu guarda? – disse ela.
- O que foi pirralha?
- Posso ir na banheiro? Eu tô apertada.
- Ah, só me faltava essa – disse o guarda com raiva guardando sua arma no coldre. – Ser babá de uma menina mimada. Vem cá! – E assim puxou ela da cadeira. – Oh, Deus! Você ta sem algemas?

O guarda mal teve tempo de terminar sua frase, pois a garota já havia lhe dado um murro bem acertado em suas partes baixas. Assim os outros guardas vieram correndo na direção da garota. Ela, por sua vez ficou parada, até eles se aproximarem bastante.

“Lembra Helena! Os golpes da Dona Lady Shiva! Lembra! Usa eles contra os homens malvados!”

Um soco na barriga do primeiro homem que chegou perto. Um próximo teve seu pulso quebrado e Helena passou por debaixo dele para acertar as partes baixas do próximo homem. Assim, ao final de dois minutos, todos eles já estavam ao chão, e Helena saia correndo para se esconder, pois conseguia ouvir passos de outros homens se aproximando.

Eles ligaram as luzes daquele galpão e viram os homens caídos ao chão.

- Puta que pariu! Foi a garota que fez isso?
- Impossível, cara! A pirralha tem uns cinco ou seis anos! Vamos lá avisar pro chefe que ela sumiu!

E assim os dois correm para a sala onde o chefe provavelmente estaria, e Helena corre atrás deles. Mas antes, pega a faca de um dos homens que ela desmaiou.

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Agora...

Bertinelli está caído ao chão, os homens estão na porta da sala de Sabatino, e Helena está bem atrás deles.

- Vocês NÃO sabem como uma menina de CINCO anos acabou com QUATRO de meus homens?! – disse Sabatino irado.
- A culpa não é nossa chefe! Eles já est--

A fala do homem foi interrompida por um disparo. Sabatino atirou nele para evitar mais desculpas.

- Algum de vocês tem algo mais para falar?
- Não, senhor!
- Então vão procurar a garota, caralho!
- Sim, senhor.

Dizendo isso os homens correram e foram procurar Helena. Ela estava escondida próxima à sala de Sabatino, e conseguia ouvir tudo o que ele falava.

- Ei, Bertinelli! Acorda, seu merdinha!
- O-O que? – gemeu Bertinelli. – He-Helena?
- Sumiu seu idiota! Ela apagou meus homens! E você vai ter que pagar por isso também!
- N-Não! Pare! Não foi ela!
- Ah, sim, claro. Agora aonde estávamos mesmo? Ah é, arrancando seus olhos.

Bertinelli então começa a rir igual a um louco e se levanta do chão.

- Por favor, Sabatino... – disse Bertinelli sorrindo - Você é tão ingênuo. Hahahaha! Achou mesmo que minha filha andaria sem segurança alguma? Você só a pegou por que eu quis que pegasse! Por que eu quero as docas pra mim.
- C-Como assim? Você veio aqui! Trouxe o dinheiro!
- É claro! Era o melhor meio para te atrair. Matei o comissário, assim atraí sua atenção para mim. Veja bem. Matei dois coelhos de uma vez! Apaguei o traíra e chamei sua atenção! Aí você pegou minha filha e me deu sua localização! Como você é burro!
- M-Mas... Eu tenho a garota! Se me matar nunca vai acha-la!
- Ela está solta, imbecil!
- Hehe... mas eu estou armado.
- Não por muito tempo... – Bertinelli desviou seu olhar para a menina que jazia de pé atrás de Sabatino – Helena? Pode me dar uma MÃOZINHA?

Ao ouvir isso, Helena avançou para Sabatino e cortou-lhe mão que segurava arma. Deu uma rasteira no homem e correu para abraçar seu pai.

- Isso mesmo, minha filhinha. Você sabe que te amo, não é?
- Sei, papai. Sei que nunca vai me abandonar.

Assim, Bertinelli pegou a arma no chão, atirou na perna de Sabatino e prendeu sua mão restante à mesa usando uma algema encontrada em cima da mesma.

- Agora você não sai daqui.

E saiu da sala carregando Helena, e o dinheiro em seus braços. Bertinelli foi até a sala de controle das docas e disse pelo microfone.

- Agora, capangas de Sabatino, vocês trabalham pra mim! Sloan Bertinelli! Eu pagarei o dobro do que Sabatino lhes paga e poderão usufruir do que quiserem. Prostitutas, drogas, bebidas e tudo mais. Os que aceitarem vão para o galpão 29. Agora EU mando nas docas! Me ouviram? EU! Bertinelli desligando.

Helena observava seu pai com um olhar assustado, afinal ela nunca o havia visto ser tão bravo daquele jeito, e anterior situação, em que ela cortara fora a mão de Sabatino, não saía da mente dela, mesmo ela tendo sido treinada para não se importar com “pequenos” detalhes como aquele.

Bertinelli juntamente com Helena se dirigiam ao galpão 29, para encontrar os antigos capangas de Sabatino e futuros capangas dele próprio. O portão do galpão estava aberto e pelo lado de fora, podiam-se ver aproximadamente 20 pessoas do lado de dentro do mesmo.

- Parece que muitos gostaram da idéia de se juntar a mim, não é filha? – disse Bertinelli desviando seu olhar para Helena.
- É mesmo, papai. Quem não gostaria de ficar com você?

Ouvindo a frase da menina, Bertinelli se calou, e seu semblante agora já não era de alegria como fora alguns segundos atrás. Ele se lembrava de como a mulher que carregava Helena cinco anos atrás queria fugir da presença dele. Lembrava-se de como sua secretária, Roxy, evitava qualquer contato desnecessário com ele. Lembrava de seu pai que fora morto por suas próprias mão anos atrás. Lembrava do rosto de sua mãe quando o repudiou. Esses eram alguns. Afinal, quantos já REPUDIARAM ou AINDA repudiam ficar perto dele?

Bertinelli preferiu esquecer o passado e se concentrar em seu futuro, que agora prometia ser muito mais fácil para ele e sua filha. Seu número elevado de capangas o permitiria não fazer todo o trabalho com suas próprias mãos. Agora ele poderia construir um VERDADEIRO futuro para sua filha.

Entrando no galpão, ele ouve a conversa dos homens que se prostram ao seu redor. Eles o olham com uma mistura de satisfação, ódio e medo. Mas ele não se importará com olhares agora. Afinal, ele nunca se importou mesmo.

- Então vocês querem um futuro de verdade com a máfia de Gotham, certo? – disse Bertinelli olhando para os homens ao seu redor – Um futuro em que NÓS dominaremos completamente a cidade e todos a habitantes que nela residem? Toda a polícia sobre NOSSO controle? Todos fazendo TUDO o que nós queremos?
- É isso, aí! – disseram os homens em coro.
- Então vamos dominar essa merda de cidade! –gritou Bertinelli – Vamos matar todos os que se oporem a nós!
- Isso! – novamente em coro dito pelos homens.
- Então vão agora! Matem todo traficante que vocês encontrarem aqui nas docas em todo o Bairro do Cais! Qualquer um vendendo drogas ou mulheres que não seja de nossa família! Qualquer um que os olhe torto! – Helena parecia aterrorizada com as palavras de seu pai. E depois, se gostarem, me encontrem no Átrio de Gotham amanhã pelo anoitecer, pois temos um jantar de comemoração. VAMOS!! É ISSO AÍ! – gritaram os homens enquanto saíam pelos portões do galpão.

Bertinelli estava ofegante. Ele já começara o estava planejando há anos, a dominação de todas as famílias da máfia Gotham e seus territórios, e assim, se tornar o maior mafioso da cidade. Ser rico. Ter as mulheres que quiser. Colocar sua filha na melhor escola do país, ou de fora dele! Mas agora ele se lembrava do homem que havia deixado sangrando, preso a uma mesa algumas salas atrás. Assim, carregando sua filha no colo, ele volta para ver se tal homem ainda vive.

Chegando na sala, Bertinelli tem uma surpresa. O pé da mesa está quebrado e as manchas de sangue formam uma trilha indicando para onde Sabatino foi. Trilha impossível de ser seguida devido ao seu repentino fim, indicando que o sangue havia sido estancado. Mas isso não o preocupava agora, afinal o que um homem sem uma das mãos, uma perna furada à bala e sem ajudantes pode fazer? Ao seu ver, coisa alguma! Pensar nisso era até mesmo um absurdo.

Sendo assim, Bertinelli e Helena saem da sala, sem notar que falta uma macabra peça naquele lugar. Onde estava a estranha “obra de arte” de Sabatino? Pergunta nem mesmo cogitada por nossa dupla, que agora andava em direção ao carro para irem embora e descansarem em suas casas.

- Papai, eu to com sono... – disse Helena esfregando os olhos.
- Eu também, minha filha. Daqui a pouquinho chegamos em casa pra você descansar. – disse Bertinelli numa demonstração de carinho.

Eles entram no carro. Os dois “se desmancham” nos bancos, demonstrado o quão cansados estavam. Bertinelli liga o carro e segue em direção à sua casa. Chegando ao portão, ele estaciona o carro na garagem e entra pela porta externa de sua casa, juntamente com Helena, que estava sendo carregada no colo, pois estava dormindo. Ele leva-a para o chuveiro e a acorda.

- Filha? – disse ele.
- Hum... Papai? – resmungou a garota.
- Toma um banho para retirar o suor, querida.
- Mas e... e...
- E o que, Helena? – perguntou Bertinelli.
- E o sangue, papai? Como faz pra tirar? – ele parecia sem palavras. O que tinha feito à sua filha? Mas de repente ele chega a uma conclusão. “Os fins justificam os meios”.
- Passe o sabão e a água, querida.

Ao dizer essas palavras, ele se virou e saiu do banheiro, para revistar sua casa pela segunda vez naquela noite. Percebendo que nada de anormal estava acontecendo, ele ativou o sistema externo de alarme. Agora ele estava mais tranqüilo e podia, em paz, tomar um banho. Era só esperar Helena acabar.

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D.P.G.C (Departamento de Polícia de Gotham City) – Dia seguinte

Dois homens parados em pé em uma sala de interrogatório no Departamento. Era um interrogatório padrão para quando novos “tiras” estavam para entrar na polícia de Gotham.

- Então você é o novo policial de Gotham? – perguntou um homem alto e gordo.
- É. – acendendo um cigarro – Sou eu sim. – disse outro em resposta.
- Como é que é seu nome mesmo? – perguntou novamente.
- É Gordon, Jim Gordon. – disse em resposta novamente.
- Veio de Chicago, né? Como é lá?
- A mesma merda que em todo e qualquer lugar.
- Gostei de você, meu chapa. Agora vamos para de encher lingüiça aqui. Todo mundo sabe que Gotham é uma merda e que todos os policiais daqui são corruptos. TODOS. Por que você veio pra cá? Na verdade, por que pediu TRANSFERENCIA pra cá?
- Primeiro por que eu queria mudar a rotina um pouco, Chicago não é bem movimentado. Segundo que Gotham é um bom lugar para uma garota, como minha filha, amadurecer. Terceiro, eu me encaixo com o perfil de policias daqui. Se é que me entende. – dizendo isso, pegou uma rosquinha da caixa de sua interrogador e perguntou – Como VOCÊ se chama mesmo?
- Pode me chamar de Bullock. –falou o homem.

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Em algum beco de Gotham...

Uma mulher geme enquanto um homem se diverte com o que se encontra entre as pernas dela. Eles já estão nessa brincadeira há algum tempo, e ambos estão gostando do que fazem. Ela faz por dinheiro, ele faz para aliviar seu stress.

- Quanto é gata? – diz o homem subindo sua cueca e sua calça.
- Gostosão, você é bom, hein? Pode voltar quantas vezes quiser se for pra divertir assim. – disse a mulher subindo sua curtíssima saia e abotoando sua blusa – 100 dólares amor. Se voltar mais, das próximas faço por 80.
- Toma. Cem dólares pra você. – disse ele entregando o dinheiro para a mulher – Pode deixar que volto mais vezes – e assim fechou o zíper de sua calça.
- Ah, querido, esqueci de perguntar, o que aconteceu com sua mão e com sua perna? – indagou a mulher olhando para a mãe enfaixada do homem.
- Um ACIDENTE. Com uma FACA.
- Ah, sim. Então tudo bem. Quando quiser mais, me procure. Ou então me ligue para ir até a sua casa.
- Ah, minha casa... Pode ir pra lá sim. Principalmente porque sou bem NOVO no apartamento, e seria ótimo ter companhia.
- Posso saber seu nome, gato?
- Pode me chamar de Johnny.
- Hum... gostei do nome. Mas agora tenho que ir trabalhar.
- E eu tenho que arrumar algumas coisas.

E assim o homem deu as costas e seguiu o caminho para seu recém adquirido apartamento em Gotham City. Ele havia perdido tudo, mas tinha favores a cobrar. Abrindo a porta de seu “lar-doce-lar”, o homem sente o típico cheiro de morte do local. Cheiro que ele chega até mesmo a apreciar, pois foi ele quem construiu a “obra de arte” dona do cheiro.

Tal obra está posicionada sobre uma cadeira, como se estivesse sentada. Ele se aproxima dela e acende um cigarro.

-Ah... Minha obra prima! Agora com um toque meu que a deixou ainda mais pessoal. – disse o homem olhando para a mão recém-colocada em sua “obra” – Em breve você poderá me olhar também, e assim seremos mais felizes!

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Epílogo
5 anos antes...

Uma casa em chamas chama a atenção dos vizinhos na Rua Murphy. Por trás de toda aquela fumaça, pode-se ver uma mulher deitada ao chão com sangue manchando suas roupas. Seu último suspiro, foi visto há alguns minutos atrás, quando seu ex-marido atirou nela e levou embora sua filha.

A mulher abre os olhos, e ao olhar para sua barriga vê o raspão feito pela bala e o sangue que mancha suas vestes. Ela se senta, ainda sente dor. Mas não uma dor uma física, uma dor em seu espírito. A falta que sua única filha lhe fará. Ela sente sede. Mas não quer um d’água. A sede é de vingança, contra seu marido que a “matou”.

- Sloan, seu desgraçado! Você vai me pagar! – berrou a mulher – Você me matou! Mas eu voltei! Eu sou nova agora! A antiga Sara Bertinelli está morta! E eu vou te caçar até os confins da terra Sloan! Você conhecerá a Caçadora!

Continua...



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+ comentários + 1 comentários

6 de julho de 2010 às 08:44

Salve Matrixgun!

Em primeiro lugar... morda-se de inveja Hit Girl, hehehhahahaha...

Achei ótimo que você tenha posto a Lady Shiva pra dar umas aulas pra Helena, senão ficaria muito difícil crer em tudo o que ela fez.

A virada do Bertinelli pra cima do Sabatino me surpreendeu.

E esse epílogo com a mãe da Helena dizendo ser a Caçadora, me deixou perplexo.

Foi legal mostrar o Gordon corrupto, pois ele é corrupto mesmo. Só (talvez) tome jeito com a chegada do Batman. Valeu pela integração.

Bom capítulo, parabéns!

Abraço.

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