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Lábaro #1.



Conheça agora os esforços de Rodrigo, pai do atual Antares, nas tentativas de fazer o Brasil se tornar um país melhor, mas num cenário conhecido pelos seus políticos sujos, tudo pode acontecer.

E acontecerá.



Imagem

Por João Norberto da Silva.

Dia 25 de Janeiro de 2010. São Paulo, fim de tarde.

- Lábaro 2, na escuta? Lábaro 2? Cadê você Jão?

- Cacete Rodrigo... Tô muito ocupado aqui! Dá prá não me chamar desse jeito e parar com essa babaquice de filme americano?

- Qual é cara... Você esquece que eu sou o herói mais experiente aqui... Tenho...

- “Mais de vinte anos de estrada cósmica”... Você só sabe falar isso... Dá um tempo e escaneia a área prá achar mais alguém que esteja precisando de ajuda... Tô quase terminando aqui...

- Certo... A algumas quadras à sua direita tem um carro que está começando a ser levado pela enxurrada... Mãe e filha estão em perigo.

- Certo estou indo para lá!

- OK Lábaro 2, câmbio!

- Ah, vai à merda!!

Alheios à discussão via ondas de rádio, dois amigos erguiam as mãos em agradecimento ao homem que acabara de salvá-los.

Eles haviam ficado ilhados minutos depois do começo da chuva, mesmo com aquela cena se repetindo dia a pós dia, Lucas e Sérgio acreditavam que iam conseguir chegar em casa secos, como havia acontecido a alguns dias atrás.

Isso acabou deixando-os descuidados com a hora e quando as águas começaram a bater em suas cinturas, ele tiveram que se virar como puderam, se agarrando a um poste para não serem levados.

Quando o cansaço parecia prestes a vencê-los, uma figura humana, trajando o que parecia ser um uniforme com as cores da bandeira brasileira, se aproximou voando e com muito cuidado retirou os dois do meio das águas e então, após levar uma das mãos ao ouvido esquerdo, se afastou, indo ajudar em outros lugares.

Jussara mantinha a pequena Camilla em seus braços, rezando a Deus por um milagre, após cometer a insensatez de tentar atravessar um trecho de rua alagado e acabando por ficar presa, entregue à vontade da correnteza.

Pouco a pouco o carro era arrastado para um ponto onde ele seria, com certeza, totalmente encoberto.

Quando as águas imundas começaram a escorrer para dentro do veículo, através das janelas laterais, Jussara fechou os olhos, pedindo perdão para sua filha por causa de sua estupidez.

Após um pequeno tranco ela sentiu o carro parar, fazendo com que erguesse seus olhos à procura do motivo da parada brusca.

Nada prepararia Jussara para o que ela viu.

Um homem vestido num uniforme colorido estava parado diante do carro, com o peito apoiado do capô e os braços aparentemente segurando o pára-choque.

A surpresa daquela situação aumentou ainda mais quando o homem começou a empurrar o veículo contra a correnteza, levando mãe e filha para um lugar seguro.

Antes de Jussara sair do carro, pretendendo agradecer ao seu salvador do jeito que ele quisesse, deixando bem claro que ele sim seria um bom pai para sua filha, seu salvador já se afastava, indo na direção de outro dos vários pontos de alagamento da cidade.

- Pelo jeito a tarde a noite vão ser longas Rodrigo...

A resposta do outro pelo rádio dizia para que João não usasse os nomes reais deles e acabou recebendo apenas um resmungo como resposta.

- Para se ser chato... Já falei que não quero saber dessas frescuradas de “câmbio” ou “Lábaro 2” e o cacete a quatro......

Enquanto a discussão prosseguia, prosseguia também o trabalho do herói conhecido como Lábaro.

Em outro lugar, bem longe dali, um grupo de homens acompanhava o que acontecia em São Paulo.

- Então é ele?

- Sim... É esse mesmo o desgraçado que destruiu meu castelo e...

- Cala boca Edmar... Temos coisas muito mais importantes para discutir doque o destino daquela merda que você fez...

- Mas eu...

- Calado.



- Ótimo... Acho que todos concordamos que é arriscado ter um “herói” como esse, livre pelo Brasil e nos enfrentando a todo momento... Alguém tem uma ideia?

- Que tal um suborno?

- Ou então uma difamação... Quem sabe os meninos do CQ...

- Esqueçam isso! - O homem revirava os olhos, ao perceber que seus colegas não haviam percebido que se tratava de uma pergunta retórica. Ele teve de se conter, tamanho era o ódio pelos demais homens à mesa. - Eu tenho a solução mais definitiva... Preciso apenas da aprovação de todos vocês...

Fotos são espalhadas pela mesa de reuniões e todos os presentes arregalam os olhos.

- Mas isso...

- É... Hum... Pouco demais não é?

- Exato... Tem certeza de que não podemos ser ligados a isso?

- Meus caros, se estou oferecendo uma solução, claro que é a melhor de todas... Garantido. - Silêncio. - E então... Quem é a favor?

Pouco a pouco todos os presentes ergueram as mãos, o autor da ideia sorriu, levando um celular ao ouvido e então, assim que a ligação foi completada ele simplesmente falou:

- Libertem a Felicidade...

XXX

O passado.

Enquanto Antares lutava contra o Comandante Tayagon no planeta Svitar, na Terra a mãe do rapaz se trancara no quarto, aguardando novidades sobre a situação do filho.

Já Rodrigo, pai de Jonathan, tinha outros planos.

Ele saiu do quarto de hóspedes e, após tomar café e ter a certeza de que Luíza realmente não sairia, ele voltou para o quarto, abrindo uma caixa que ele mantinha escondida embaixo da cama.

Ele tirou lá de dentro duas manoplas de metal, com as cores da bandeira brasileira e ficou longos minutos admirando-as.

“Valeu papai...” Ele foi colocando aos poucos as manoplas, lembrando das noites passadas na companhia da imagem holográfica de seu pai, enquanto Luíza e Jonathan dormiam. “Sem você eu não teria conseguido”.

Após a transmissão dos americanos, falando sobre a existência de um superser, o tal Potentman, uma ideia tinha se fixado na cabeça de Rodrigo, afinal, ele tinha sido por toda sua vida um herói e por que não ser novamente?

Assim ele aproveitou os momentos que tinha a sós com seu pai e juntos criaram algo que possibilitaria a Rodrigo realizar seus desejos.

Com um pouco de hesitação, Rodrigo terminou de colocar as manoplas e após respirar profundamente apertou um botão na da direita que imediatamente começou a zunir para, em seguida, criar uma onda de energia que cobriu todo o corpo dele, mas que sumiu em poucos segundos.

Rodrigo então olhou no espelho do guarda roupas e um sorriso surgiu em seu rosto. Ele então foi até a janela do apartamento, aguçou os ouvidos para ter certeza de que Luíza não saíra mesmo de seu quarto e só então se jogou.

A rua ia chegando cada vez mais perto, Rodrigo tentava se concentrar ao máximo para fazer sua roupa funcionar e quando faltavam poucos metros para sua primeira tentativa virar a última, ele conseguiu fazer uma curva e se lançar aos céus de São Paulo.

- É ISSSOOOO AAAAÍÍÍÍÍÍÍ!!!!!!!!

Alguns moradores da cidade viram o estranho acontecimento enquanto iam para o trabalho, vários motoristas se acidentaram e quase todas as emissoras de televisão receberam telefonemas de pessoas que garantiam ter imagens de celular do que afirmavam ser um legítimo super-herói brasileiro.

Alheio a tudo isso Rodrigo consultou o computador pessoal da roupa, que teve seus circuitos de memória baseados nos de seu pai, para conferir as coordenadas de seu objetivo.

[Travando localização do alvo em São João do Nepomuceno.]

- Então vamos lá!

Desde que voltara para a Terra Rodrigo se colocou a ler todo tipo de revista que caísse em suas mãos e a assistir todos os noticiários, tentando entender como o mundo mudara tanto no período em que ele estava fora.

Algo ele percebeu que não mudara, pelo contrário, havia ficado ainda mais forte e descarado.

A ambição dos políticos.

Quando jovem ele mesmo tivera vontade de entrar para a política, mas logo percebeu como era um mundo sujo e no qual não deixariam que ele fizesse uma real diferença, o que lhe deixara frustrado na época, pois ele sabia que seu pais poderia ser um dos maiores do mundo, se seus dirigentes se preocupassem menos com dinheiro.

Rodrigo decidiu então que faria diferença para o Brasil, se não fosse como político, seria agindo como ele fez por todos esses anos no espaço.

Seria como um herói.

E sua primeira missão já estava decidida.

Ele lera a respeito de um absurdo feito por um político, uma afronta ao povo brasileiro e, depois que a mídia se cansou, não foi falado mais nada a respeito, mas ele não deixaria isso barato e serviria como um primeiro aviso.

Ele iria destruir certo castelo que um político construíra usando obviamente dinheiro público.

O voo até Minas transcorreu sem nenhum problema e Rodrigo acabou se lembrando de seu tempo como Antares, mesmo que os céus da Terra não pudessem ser comparados com a imensidão do espaço, ele realmente se sentia em casa.

- Isso é sensacional... Se você pudesse estar aqui comigo pai...

[Alvo se aproximando.]

A voz mecanizada encheu ainda mais de tristeza o coração de Rodrigo, fazendo-o lembrar do modo como seu pai o ajudava no espaço. Mesmo não tendo conhecido Antônio antes de se tornar Antares, ter seu espírito habitando a armadura e podendo vê-lo sob a forma de holograma acabou forjando um elo entre eles.

Elo esse que causou muita dor a Rodrigo quando foi quebrado, no momento em que Jonathan se tornara um novo Antares.

A voz do computador pessoal não chegaria nem perto da presença de seu pai, mas era o que ele tinha e uma das lições aprendidas no espaço era se virar com o que está à mão.

- Muito bem... Comece a travar no alvo e prepare os auto-falantes...

Minutos depois ele se encontrava sobrevoando o castelo e decidindo como seria a melhor maneira de agir, mas no fim escolheu o jeito mais direto, lembrando novamente com carinho o fato de que seu pai sempre o advertira quanto a esse modo impulsivo de agir.

- ATENÇÃO A TODOS AQUELES QUE SE ENCONTRAM DENTRO DESSE CASTELO... VOCÊS TEM APENAS DEZ MINUTOS PARA SAIR. DEPOIS DESSE PRAZO EU IREI DESTRUIR TUDO.

Um caseiro saiu até a frente do castelo, amaldiçoando quem quer que estivesse fazendo aquele tipo de piada, mas logo sua raiva foi substituída por surpresa, ao ver que não havia ninguém na rua.

A surpresa deu lugar ao assombro quando ele ergueu a cabeça e viu o que parecia ser um homem, flutuando no ar.

- SÓ VOU AVISAR MAIS UMA VEZ... - Os auto-falantes voltavam a ressoar, chamando a atenção dos demais empregados. - DEZ MINUTOS E O CASTELO VAI SER DESTRUÍDO.

- Vai à merda seu babaca!! - Finalmente vencendo o medo, o caseiro resolveu assumir o controle da situação, afinal seu chefe iria arrancar seu fígado se ele permitisse que algum arranhão fosse feito numa das paredes do castelo. - Some daqui diacho!

“Pelo visto...” Ao mesmo tempo em que pensava sobre o homem que não acreditava em suas palavras, Rodrigo escaneava todo o castelo à procura de uma área totalmente vazia “... Uma demonstração vai ser necessária...”.

[Estacionamento.]

- Perfeito... - Rodrigo então estendeu seu braço direito e uma rajada de energia foi disparada contra o lugar onde alguns carros se encontravam, mas onde não havia nenhum ser vivo presente.

A explosão resultante, junto com a dos veículos, fez todo o restante do castelo estremecer, o que convenceu os demais empregados a correrem para o lado de fora.

- PERFEITO! A DESTRUIÇÃO DO CASTELO COMEÇARÁ EM UM MINUTO.

Todos os presentes aproveitaram esse tempo para correr na direção dos portões de saída, deixando o local finalmente vazio, segundo os sensores do traje e então Rodrigo deixou de planar e voou na direção do castelo, ignorando as paredes do mesmo e sumindo lá dentro.

Alguns empregados ainda pararam de fugir para acompanhar e gravar com seus celulares o que ia acontecer.

Um leve tremor de terra, seguido por uma imensa quantidade de rajadas de energia, como a que tinha estruído o estacionamento, vindas de dentro do castelo, fizeram com que o teto começasse a ceder.

Poucos segundos foram necessários até que o castelo todo viesse abaixo, causando uma imensa nuvem de poeira, dentro da qual algo parecido com um míssil saiu a toda velocidade, ganhando os céus e indo na direção da cidade de São Paulo.

Perto dali um caminhão, que estivera estacionado boa parte da noite anterior e da manhã daquele dia, teve sua porta aberta, deixando sair um motorista que trazia claramente no rosto toda sua frustração.

- Merda... - Ele fixou o olhar no projétil, que ainda se destacava no céu azul, para sorrir em seguida. - Te peguei.

Logo depois disso o motorista desmaiou.

No ar, Rodrigo começava a voar de maneira estranha, já não conseguia manter uma linha reta, mesmo com o traje no automático. O motivo é que muitas fezes ele acabava por contorcer seu corpo por causa da dor que ele estava sentindo.

“Merda... Que hora para uma crise... Quase acabo soterrado...”

Ele mal conseguia manter a consciência, a visão ficava turva e ele teve certeza de ter desmaiado algumas vezes, sempre sendo trazido de volta pelo traje, para poder ajeitar o corpo, facilitando assim a volta para casa.

Alguns minutos depois ele avistou, com alívio crescente o prédio onde Luíza morava e sabendo que não poderia de jeito nenhum entrar pela janela do quarto de hóspedes, ele se dirigiu para o topo do prédio.

O pouso foi acidentado e piorou ainda mais os ferimentos e a dor que, naquele momento, parecia cortar a barriga dele com uma faca quente, mas não o impediu de ir até um local, onde ele se parabenizava por ter deixado roupas comuns escondidas, para o caso exatamente de ter que descer ali.

Em poucos minutos ele estava diante da porta do apartamento de Luíza, mal se aguentando em pé e tendo de usar todas as suas forças para girar a chave e entrar, torcendo para conseguir chegar ao seu quanto sem ser percebido.

- Quem é? – Ele ouvira o som da televisão sendo desligada, mas não conseguiu encontrar voz para responder, apenas tentou novamente ir até o quarto sem ser visto.

Claro que falhou.

- Rodrigo?! O que aconteceu? E como você saiu daqui se eu nem ouvi a porta?

- E-eu... - Agora ele curvava o corpo, quase vomitando o que não tinha no estômago. - Arrgghh...

- Meu Deus! Você está machucado? O que aconteceu afinal?

Mas Rodrigo não pôde responder, uma vez que ele acabou desmaiando e caindo de cara no chão.

Apressadamente Luiza saiu do torpor em que se encontrava, pediu ajuda do porteiro do prédio e em poucos minutos se dirigia ao hospital mais próximo. No banco de trás Rodrigo ia ainda sem sentidos.

Ela nem percebeu o caminhão que, lentamente, começou a seguir seu carro.

Muitas horas depois, Rodrigo finalmente recebeu alta no hospital, seus ferimentos haviam melhorado consideravelmente, não sendo necessário que ele ficasse mais tempo por lá. O que ninguém sabia, é claro, era o fato de as manoplas terem sido projetadas para recuperar o corpo do usuário, podendo ser disfarçadas como um relógio comum . Essa era outra ideia da qual ele se orgulhava.

Chegando ao apartamento, Rodrigo e Luíza foram surpreendidos pelo holograma de Antônio, que trazia péssimas notícias sobre Jonathan.

- Como assim ele está para entrar em outra batalha?

Enquanto Rodrigo permanecia calado, Luíza tentava retirar de Antônio todas as informações sobre o filho deles até que o holograma resolveu dar por encerrada aquela conferência do pior jeito possível.

- Rodrigo, por favor, conte para Luiza sobre o Hrúcarë... Adeus a todos...

Rodrigo tentou sair de fininho, mas em sua atual condição ele não conseguiu dar um passo sem que Luíza desse um grito para que ele se sentasse e explicasse tudo sobre o monstro que Jonathan iria enfrentar e sobre tudo o que ele fez para se machucar daquele jeito.

- Bem...

Horas depois, alegando estar sem fôlego e com muito sono devido aos remédios, Rodrigo tentou ir na direção do seu quarto, porém Luíza foi implacável e mais rápida:

- Não vai pensando que escapou fácil assim meu caro... Agora você vai me explicar direitinho onde se machucou assim.

- Glup...

- E então?

- Luíza... Por favor... – Ele tentava caprichar nas caretas de dor, não precisando se esforçar muito, uma vez que realmente estava sofrendo. - Podemos deixar isso para amanhã?

- Humpf... Certo... Dorme direito então e descansa, porque amanhã vamos voltar a essa conversa.

Quando conseguiu trancar a porta, Rodrigo apoiou suas costas na mesma e respirou fundo, querendo apenas sua cama, mas antes foi até a janela dar uma olhada no céu noturno, um costume que ele adquirida desde que deixara de ser o Antares.

Naquela noite em especial ele se arrependeu profundamente de ter feito aquilo.

Rodrigo, antes de fechar a janela, acabou olhando para a rua logo abaixo e reparou num jovem que parecia estar olhando diretamente para ele.

Antes de Rodrigo poder desconsiderar aquela sensação estranha, o rapaz lá embaixo ergueu um cartaz onde estavam pintados os seguintes dizeres:

“Cabooom. Sei o que você fez no castelo.”

Após esconder o cartaz ele fez um sinal de que era para Rodrigo descer até a rua e assim, sem outra escolha, fazendo um esforço tremendo e conseguindo sair do apartamento sem que Luíza percebesse, logo os dois estavam um diante do outro.

- Bem... O que você quer? Vai falando logo.

- O que eu quero? Usar sua roupa e me tornar um herói, é claro.

Continua.
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+ comentários + 3 comentários

23 de junho de 2010 às 14:39

Faz tempo que to pra ler o Lábaro. Afinal, o Rodrigo é um dos personagens quem mais gostei desde o Antares #1.

Muito legal ter um herói num contexo brasileiro. Salvando pessoas de enchente, enfrentando políticos, destruindo o castelo, citação ao CQC. Muito legal mesmo João!

Parece que o Rodrigo ta meio véio pra ser Super... mas vamo ver o que vai rolar.

E a Luiza, chata como sempre. Mas no bom sentido. Hahahah

Abraços man!
Parabéns.

10 de setembro de 2010 às 16:42

Como eu prometi, estou eu aqui para comentar o Lábaro. Interessante essa do Rodrigo, antes de ler a fic eu cheguei a imaginar que o Lábaro tivesse uma armadura construida aqui na Terra, o que não é verdade. Ficou interessante isso, parece que é possível "copiar" a matriz Antares e criar outras armaduras poderosas. Voltando a Fic. Gosto do Rodrigo como personagem, imagino como deve ser o coração dele tendo que agora viver na Terra, longe do heroísmo que exercia no espaço. É plenamente justificável ele querer voltar a ativa. Abraço aê, João!

10 de setembro de 2010 às 16:58

Grande Fred!!
Valeu mesmo pelo comentário mermão!
Pensei que realmente a tecnologia do comunicador do Antônio serviria para ser extrapolada e criar novas tecnologias e quem sabe até uma nova armadura... hehehe...
Quanto ao Rodrigo, estou com muitos planos para ele... Então já sabe...
Aguarde e confie!!! Hahahahaha
Muito obrigado, um abração e até mais!!

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