Depois de receber a ligação do mafioso Sabatino, Sloan Bertinelli está em um dilema, será que ele deve gastar dez milhões de seu precioso dinheiro resgatando sua filha? Ou deve ele deixar sua única herdeira morrer? Confira as respostas nesta violenta e misteriosa segunda parte do arco que conta as origens de nossa sexy vigilante!
Frequencia DC apresenta:
Caçadora: Origens
Parte 2

Por: MatrixBrazilBH (Lucas)
-Como é que... – Mas Sabatino já havia desligado o telefone – Como é que eles pegaram Helena? Merda! Dez milhões...
O Pager bipou. Ele olhou para a tela, nela piscava uma mensagem, “Docas de Gotham, Galpão 119, 22 horas, dinheiro vivo, vá sozinho”. Bertinelli colocou-o no bolso, saiu de seu escritório e sem dizer nenhuma palavra dirigiu-se até o carro. Abriu a porta dianteira, sentou-se no banco e ligou o carro. Para ele, os segundos nunca tinham demorado tanto a passar. A incerteza em sua mente era enorme. O que ele deveria fazer? Gastar Dez milhões de seu precioso dinheiro e salvar sua herdeira e filha, ou deixa-la para morrer e continuar com o dinheiro? Para ele, um homem ganancioso, esta era uma difícil decisão.
-Foda-se o dinheiro. Minha filha é mais importante. – Dizendo isso, ele arrancou o carro e saiu pela garagem do prédio.
Escola Central de Gotham
30 minutos antes...
Helena sai correndo do carro em direção à escola, e de repente sai um homem detrás de uma árvore e pega a garota, dando-lhe um sedativo para ela não gritar. Esse mesmo homem vai em direção a uma Mercedes preta parada atrás da escola e coloca a menina no banco de trás do automóvel, junto com outro capanga e depois entra no bando do passageiro.
-Vai! Vai! Vai! Vai! Vai!
-Calma, cara! – diz o motorista.
-Calma o caralho! Os seguranças da escola podem sentir falta da menina! Anda logo! – disse o seqüestrador com pressa.
-Tudo bem.
E assim, o motorista acelerou o carro e foi direto para o prédio da mais antiga Máfia de Gotham, a Máfia da Família Sabatino, no Cais. Entrando nas Docas, o motorista diminuiu a velocidade para se identificar na portaria, depois de identificado foi até a última doca e parou. O capanga e o seqüestrador tiraram Helena do carro e levaram-na para dentro do escritório de Sabatino. O chefe estava lá.
-Oh, ela ainda está desacordada pelo que vejo, certo?
-Isso mesmo, Sr. Sabatino, dormindo igual um bebê.
-Ótimo, levem-na para o galpão 119, ele está mais cheio e vai ser melhor para despistar Bertinelli lá.
-Tudo bem chefe.
O bairro do Cais era localizado próximo ao porto de Gotham City, onde a maioria das mercadorias eram descarregadas. O bairro era controlado pela Máfia da Família Sabatino, uma das mais antigas e mais poderosas de Gotham. O Galpão 119 era um dos mais afastados nas Docas e sempre estava com mercadorias da Máfia, como por exemplo, maconha, cocaína, heroína e além de drogas, as prostitutas do Cais de Gotham eram todas avaliadas lá. Além disse, era onde Sabatino interrogava suas vítimas. Sendo assim, ser convidado “formalmente” para ir buscar sua filha em tal lugar não era algo para alegrar seu dia.
Casa de Bertinelli
17 horas...
Bertinelli em sua casa pensando desde a hora em que saiu de seu escritório, já havia recusado várias ligações de sua secretária, Roxy. Ele olhou para a maleta novamente e abriu para contar de novo o dinheiro lá dentro. Contou tudo, nota por nota, o valor estava precisamente correto, Dez milhões em dinheiro vivo seriam pagos por ele para libertar sua filha. Mas ele pega algo extra para ajuda-lo, uma Pistola 9mm.
Cais de Gotham, Docas
21:30...
Bertinelli está na entrada das Docas, esperando o porteiro voltar para liberar sua entrada.
-Sr. Sabatino? Bertinelli está aqui na entrada.
-Hum... ele está sozinho?
-Sim senhor! Não há ninguém com ele no carro e nenhum carro o seguindo.
-Ótimo, pode liberar a entrada.
O porteiro voltou para o carro de Bertinelli, chegou em sua janela e disse:
-O sr. pode entrar, Sr. Bertinelli.
-Ótimo.
Dizendo isso, Bertinelli fechou o vidro e arrancou o carro. Ele via os números passando, como se estivessem em câmera lenta, para ele, aquela hora, 22 em ponto, parecia nunca chegar. Sua ansiedade era tanta que ele parecia sentir a arma em seu paletó vibrar com os batimentos de seu coração. Ele olhava para a maleta, e ela parecia cada vez mais longe dele.
“119, é aqui. Será que Sabatino já está lá?”
Ele olhou no relógio, 21:45.
“Hehe, terrível ironia essa. Estou aqui parado para impedir a morte de minha filha exatamente na mesma hora que disse a Paul que sua família estava morta. Vou esperar mais um pouco, essa hora me dará azar.”
E assim ele esperou, ele conseguia ver os capangas de Sabatino esperando por um ato em falso dele para atirarem. Mas ele não faria nada arriscado. Não, ele não era idiota a esse ponto, se ele fosse tão burro assim, não seria um dos maiores chefões do crime de Gotham City.
22 horas...
“Oh, essa é a hora certa. A hora marcada. Já vou entrar no Galpão.”
Bertinelli entrou no galpão olhou para um lado e viu caixas, olhou para o outro lado e viu mais caixas, não sabia o que fazer. Até que.
-Oh, Bertinelli, meu amigo! – A voz vinha dos alto-falantes no alto do galpão.
-Huh?!
-Sou eu, Bertinelli, Sabatino!
-Cadê a Helena?
-Oh, sua filha? Experimente seguir as placas... Hehe...
“Como é que eu não vi essas merdas de placas?”
-Isso mesmo Bertinelli, por aí mesmo.
“Será que esse puto não para de falar? Onde será que está Helena?”
Ao concluir esse último pensamento, Bertinelli encontrou-se em um Hall maior do Galpão. E sua filha estava bem no centro desse hall.
-Oh! Helena!
-Não senhor! Pode esperar por aí mesmo. Não está vendo meu homem atrás dela?
-Na verdade estou, mas o que ele fará com ela se eu estou com seu dinheiro aqui?
-Humpf. Você não ficará com Helena ainda. Continue seguindo as placas, se você se aproximar dela, ela nunca mais poderá usar chapéu.
-Tudo bem.
E Bertinelli continuou seguindo as placas, no caminho começou a sentir um cheiro de cadáveres e carne queimada. Ele nem fazia idéia do que era. Chegou à última placa. Nela estava escrito: “Última placa, papai, só mais alguns passos e poderemos ficar juntos de novo.”
Bertinelli continuou andando e chegou a uma sala. Nela conseguia ver um homem parado sentado em uma cadeira. Ele foi se aproximando e de repente as luzes se acenderam. Bertinelli olhou para o homem à sua frente e deu grito e caiu no chão. Agora ele sabia de onde vinha todo aquele cheiro. Em sua frente, sob a cadeira, jazia um homem nu em retalhos, cada parte de seu corpo ela costurada uma na outra. Podia-se ver, que não eram partes de um mesmo homem. Vários homens haviam sido emendados para fazer aquilo.
-Oh meu Deus! O que é isso?
Um homem com um terno cinza entrou na sala, ele usava uma gravata preta e uma camisa branca, um pouco mais clara que o terno, seus sapatos eram marrons claro e de bico fino. Podia-se perceber um grande mau gosto ao ver suas roupas e sentir o perfume que usava. Ele apontava uma arma para Bertinelli.
-Isso meu amigo Bertinelli, é do que você será parte daqui a alguns minutos. Não sei se você notou, mas está faltando algo muito importante para um homem nesse corpo aí.
Bertinelli olhou novamente e percebeu que os olhos daquela obra macabra eram inexistentes.
-Oh meu Deus! Por favor! Eu estou com o dinheiro! Não me machuque! Deixe-me ir e levar Helena comigo!
-Hahaha... você é muito hilário Bertinelli. Você matou o policial que me encobria! Se não fosse por você, eu não precisaria perder tempo e dinheiro subornando outro Comissário para me encobrir. Aí eu seqüestro sua filha e lhe peço uma recompensa de Dez milhões. Você é um homem de negócios, Bertinelli! Sabe muito bem que essa quantia não seria suficiente para encobrir todos os danos que sofri!
-E-Eu lhe dou meu carro!
-Hahahahaha! Aquele Mercedes lá fora? Já o “confisquei”, amiguinho! Já é meu!
-Então o que você quer?
-Já lhe disse... seus olhos.
Então Sabatino foi se Aproximando de Bertinelli com um bisturi, e quando ele tentou se levantar, dois capangas de Sabatino surgiram da escuridão e seguraram Bertinelli imobilizando-o. Quando o bisturi já estava perto de mais dos olhos dele, a porta se abriu com um pontapé e surgiu um outro capanga de Sabatino.
-Chefe!
-Já lhe disse pra não me interromper quando eu estiver aqui, caralho! Somo daqui seu filho da puta!
-Mas é importante! A garota, Helena, Ela fugiu senhor!
Ao ouvir isso, podia-se ver um singelo sorriso surgir na face de Bertinelli e ouviu-se um sussurro.
-Hehe... minha garota...
Continua...
Caçadora: Origens
Parte 2
Por: MatrixBrazilBH (Lucas)
-Como é que... – Mas Sabatino já havia desligado o telefone – Como é que eles pegaram Helena? Merda! Dez milhões...
O Pager bipou. Ele olhou para a tela, nela piscava uma mensagem, “Docas de Gotham, Galpão 119, 22 horas, dinheiro vivo, vá sozinho”. Bertinelli colocou-o no bolso, saiu de seu escritório e sem dizer nenhuma palavra dirigiu-se até o carro. Abriu a porta dianteira, sentou-se no banco e ligou o carro. Para ele, os segundos nunca tinham demorado tanto a passar. A incerteza em sua mente era enorme. O que ele deveria fazer? Gastar Dez milhões de seu precioso dinheiro e salvar sua herdeira e filha, ou deixa-la para morrer e continuar com o dinheiro? Para ele, um homem ganancioso, esta era uma difícil decisão.
-Foda-se o dinheiro. Minha filha é mais importante. – Dizendo isso, ele arrancou o carro e saiu pela garagem do prédio.
Escola Central de Gotham
30 minutos antes...
Helena sai correndo do carro em direção à escola, e de repente sai um homem detrás de uma árvore e pega a garota, dando-lhe um sedativo para ela não gritar. Esse mesmo homem vai em direção a uma Mercedes preta parada atrás da escola e coloca a menina no banco de trás do automóvel, junto com outro capanga e depois entra no bando do passageiro.
-Vai! Vai! Vai! Vai! Vai!
-Calma, cara! – diz o motorista.
-Calma o caralho! Os seguranças da escola podem sentir falta da menina! Anda logo! – disse o seqüestrador com pressa.
-Tudo bem.
E assim, o motorista acelerou o carro e foi direto para o prédio da mais antiga Máfia de Gotham, a Máfia da Família Sabatino, no Cais. Entrando nas Docas, o motorista diminuiu a velocidade para se identificar na portaria, depois de identificado foi até a última doca e parou. O capanga e o seqüestrador tiraram Helena do carro e levaram-na para dentro do escritório de Sabatino. O chefe estava lá.
-Oh, ela ainda está desacordada pelo que vejo, certo?
-Isso mesmo, Sr. Sabatino, dormindo igual um bebê.
-Ótimo, levem-na para o galpão 119, ele está mais cheio e vai ser melhor para despistar Bertinelli lá.
-Tudo bem chefe.
O bairro do Cais era localizado próximo ao porto de Gotham City, onde a maioria das mercadorias eram descarregadas. O bairro era controlado pela Máfia da Família Sabatino, uma das mais antigas e mais poderosas de Gotham. O Galpão 119 era um dos mais afastados nas Docas e sempre estava com mercadorias da Máfia, como por exemplo, maconha, cocaína, heroína e além de drogas, as prostitutas do Cais de Gotham eram todas avaliadas lá. Além disse, era onde Sabatino interrogava suas vítimas. Sendo assim, ser convidado “formalmente” para ir buscar sua filha em tal lugar não era algo para alegrar seu dia.
Casa de Bertinelli
17 horas...
Bertinelli em sua casa pensando desde a hora em que saiu de seu escritório, já havia recusado várias ligações de sua secretária, Roxy. Ele olhou para a maleta novamente e abriu para contar de novo o dinheiro lá dentro. Contou tudo, nota por nota, o valor estava precisamente correto, Dez milhões em dinheiro vivo seriam pagos por ele para libertar sua filha. Mas ele pega algo extra para ajuda-lo, uma Pistola 9mm.
Cais de Gotham, Docas
21:30...
Bertinelli está na entrada das Docas, esperando o porteiro voltar para liberar sua entrada.
-Sr. Sabatino? Bertinelli está aqui na entrada.
-Hum... ele está sozinho?
-Sim senhor! Não há ninguém com ele no carro e nenhum carro o seguindo.
-Ótimo, pode liberar a entrada.
O porteiro voltou para o carro de Bertinelli, chegou em sua janela e disse:
-O sr. pode entrar, Sr. Bertinelli.
-Ótimo.
Dizendo isso, Bertinelli fechou o vidro e arrancou o carro. Ele via os números passando, como se estivessem em câmera lenta, para ele, aquela hora, 22 em ponto, parecia nunca chegar. Sua ansiedade era tanta que ele parecia sentir a arma em seu paletó vibrar com os batimentos de seu coração. Ele olhava para a maleta, e ela parecia cada vez mais longe dele.
“119, é aqui. Será que Sabatino já está lá?”
Ele olhou no relógio, 21:45.
“Hehe, terrível ironia essa. Estou aqui parado para impedir a morte de minha filha exatamente na mesma hora que disse a Paul que sua família estava morta. Vou esperar mais um pouco, essa hora me dará azar.”
E assim ele esperou, ele conseguia ver os capangas de Sabatino esperando por um ato em falso dele para atirarem. Mas ele não faria nada arriscado. Não, ele não era idiota a esse ponto, se ele fosse tão burro assim, não seria um dos maiores chefões do crime de Gotham City.
22 horas...
“Oh, essa é a hora certa. A hora marcada. Já vou entrar no Galpão.”
Bertinelli entrou no galpão olhou para um lado e viu caixas, olhou para o outro lado e viu mais caixas, não sabia o que fazer. Até que.
-Oh, Bertinelli, meu amigo! – A voz vinha dos alto-falantes no alto do galpão.
-Huh?!
-Sou eu, Bertinelli, Sabatino!
-Cadê a Helena?
-Oh, sua filha? Experimente seguir as placas... Hehe...
“Como é que eu não vi essas merdas de placas?”
-Isso mesmo Bertinelli, por aí mesmo.
“Será que esse puto não para de falar? Onde será que está Helena?”
Ao concluir esse último pensamento, Bertinelli encontrou-se em um Hall maior do Galpão. E sua filha estava bem no centro desse hall.
-Oh! Helena!
-Não senhor! Pode esperar por aí mesmo. Não está vendo meu homem atrás dela?
-Na verdade estou, mas o que ele fará com ela se eu estou com seu dinheiro aqui?
-Humpf. Você não ficará com Helena ainda. Continue seguindo as placas, se você se aproximar dela, ela nunca mais poderá usar chapéu.
-Tudo bem.
E Bertinelli continuou seguindo as placas, no caminho começou a sentir um cheiro de cadáveres e carne queimada. Ele nem fazia idéia do que era. Chegou à última placa. Nela estava escrito: “Última placa, papai, só mais alguns passos e poderemos ficar juntos de novo.”
Bertinelli continuou andando e chegou a uma sala. Nela conseguia ver um homem parado sentado em uma cadeira. Ele foi se aproximando e de repente as luzes se acenderam. Bertinelli olhou para o homem à sua frente e deu grito e caiu no chão. Agora ele sabia de onde vinha todo aquele cheiro. Em sua frente, sob a cadeira, jazia um homem nu em retalhos, cada parte de seu corpo ela costurada uma na outra. Podia-se ver, que não eram partes de um mesmo homem. Vários homens haviam sido emendados para fazer aquilo.
-Oh meu Deus! O que é isso?
Um homem com um terno cinza entrou na sala, ele usava uma gravata preta e uma camisa branca, um pouco mais clara que o terno, seus sapatos eram marrons claro e de bico fino. Podia-se perceber um grande mau gosto ao ver suas roupas e sentir o perfume que usava. Ele apontava uma arma para Bertinelli.
-Isso meu amigo Bertinelli, é do que você será parte daqui a alguns minutos. Não sei se você notou, mas está faltando algo muito importante para um homem nesse corpo aí.
Bertinelli olhou novamente e percebeu que os olhos daquela obra macabra eram inexistentes.
-Oh meu Deus! Por favor! Eu estou com o dinheiro! Não me machuque! Deixe-me ir e levar Helena comigo!
-Hahaha... você é muito hilário Bertinelli. Você matou o policial que me encobria! Se não fosse por você, eu não precisaria perder tempo e dinheiro subornando outro Comissário para me encobrir. Aí eu seqüestro sua filha e lhe peço uma recompensa de Dez milhões. Você é um homem de negócios, Bertinelli! Sabe muito bem que essa quantia não seria suficiente para encobrir todos os danos que sofri!
-E-Eu lhe dou meu carro!
-Hahahahaha! Aquele Mercedes lá fora? Já o “confisquei”, amiguinho! Já é meu!
-Então o que você quer?
-Já lhe disse... seus olhos.
Então Sabatino foi se Aproximando de Bertinelli com um bisturi, e quando ele tentou se levantar, dois capangas de Sabatino surgiram da escuridão e seguraram Bertinelli imobilizando-o. Quando o bisturi já estava perto de mais dos olhos dele, a porta se abriu com um pontapé e surgiu um outro capanga de Sabatino.
-Chefe!
-Já lhe disse pra não me interromper quando eu estiver aqui, caralho! Somo daqui seu filho da puta!
-Mas é importante! A garota, Helena, Ela fugiu senhor!
Ao ouvir isso, podia-se ver um singelo sorriso surgir na face de Bertinelli e ouviu-se um sussurro.
-Hehe... minha garota...
Continua...
+ comentários + 2 comentários
Putz... gostei muito desse capitulo... muito tenso... o que um pai não faria pra salvar sua filha? mesmo pra um crápula mafioso, o cara vai arriscar sua vida pra salvar a pequena Helena!
Opa, grande Raven!
Hum, será que essas são mesmo as intenções de Bertinelli? Acho que esse cara está muito além de um crápula! Hahahah... Sem mais spoiler!
Valeu pela leitura e pelo comment, cara!
Abração!
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