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Frequência DC: Caçadora #01

Conheça toda a história por trás das origens desta sexy defensora de Gotham City em Caçadora - Origens! Ação, suspense e aventura na primeira parte deste incrível arco! Não ouse perder, se não você será caçado!

Frequencia DC apresenta:
Caçadora: Origens
Parte 1

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Por: MatrixBrazilBH (Lucas)

20 anos atrás
Gotham City...

Uma casa em chamas chama a atenção dos vizinhos na Rua Murphy. Por trás de toda aquela fumaça, pode-se ver uma mulher correndo com algo pequeno em suas mãos.

-Socorro! Alguém me ajude!

De repente, ressoa um tiro. Depois do estrondo, tudo parece estar em silêncio, o mundo parece estar parado, até que alguém decide fazer o primeiro movimento. Ele é feito pela mulher, que cai ao chão, mas desvia seu pequeno “pacote” para diminuir o impacto.

-Ungh! S-seu bastardo!
-Olha como você fala comigo vagabunda! Olha que eu mato sua filha também!
-Não! Ela não! Deixe Helena em paz!

E essas foram as últimas palavras da bela mulher com o “pacote nas mãos”. Pois o grande e ameaçador homem pegou-a pelo colarinho de sua blusa e deu-lhe uma série de murros, tão fortes que foram capazes de quebrar os dentes e o nariz da mulher, e assim ela caiu inconsciente.

-Buááá!
-Cale a boca menina!
-Gu... papá..
-Papai é o caralho! Só te levo comigo por que senão não terei com quem deixar meus negócios no futuro!

Dizendo essas palavras, o homem pegou a bebê e saiu carregando-a em seus braços até chegar ao carro. Ele entrou e colocou-a no assento próprio para bebês no banco de trás do carro.

-Olha aqui, garota. Tudo isso foi culpa de sua mãe, ouviu? Se ela não tivesse chamado a polícia pra mim, ela estaria jantando até agora, e nossa casa não estaria em chamas. Então, se for culpar alguém, culpe-a.

O homem dirige seu carro até uma de suas outras casas e estaciona-o na garagem. Desce e abre a porta traseira para pegar sua filha e tira-a da cadeira de bebês. Entram na casa por uma porta que dá acesso da garagem para a sala de estar. O telefone toca...

-Mas que merda é essa? Ninguém sabe que eu estou aqui, porra!

Toca mais três vezes, até que o homem atende.

-Alô? Quem é?
-Sloan Bertinelli, você passou dos limites desta vez. Nós aqui do DPGC não sabemos se vamos conseguir te encobrir nessa.
-É você Comissário Paul?
-É, sou eu sim, Bertinelli.
-Não se preocupe com encobrir esse crime, já tomarei minhas providências para que a polícia não precise sujar as mãos, sujar mais, é claro.
-Se eu ouvir mais alguma dessas gracinhas Bertinelli—
-Comissário, cala essa boca. Quem paga o seu salário, huh?
-Tudo bem, senhor Bertinelli, desligando.
-Puff. Carinha folgado.

Sloan Bertinelli bate o telefone no gancho, mas só para pegá-lo outra vez e ligar para os “faxineiros”.

-Coleman? É o Bertinelli...
-Olá senhor, como vai?
-Isso não interessa agora. Vá à Rua Murphy, na minha casa, sabe?
-Sei sim.
-Faça a limpeza, faça com que pareça que houve um assalto, e um vazamento de gás. O Comissário acha que não conseguirá encobrir esse. Faça o seu trabalho, se houver sucesso, uma alta quantia entrará em sua conta.
-Certo, chefinho.

Sloan novamente bate o telefone no gancho, levanta-se e vai em direção à sua filha, Helena, que está deitada sobre o sofá chorando. Parece que o destino da garota depende totalmente da vontade de seu pai, que por sinal, só se preocupa com seus negócios.

5 Anos Depois...

-Olha Paul, você não está sendo o Comissário, e o “amigo” que preciso no momento. Então, considere o seu tempo acabado.

Sloan Bertinelli está em uma sala escura em um de seus armazéns de Gotham. À sua frente está o Comissário Paul, sentado em uma cadeira, amarrado e amordaçado. Seu rosto sangra. Seu nariz está quebrado. Ele mal consegue abrir os olhos.

-B-Bertinelli, q-quer dizer... Sloan, por favor, pare com isso. Eu tenho família.
-Oh, eu sei que tem, e já providenciei a morte deles. Espere um pouco, deixe-me ver as horas.

Eram 21:45...
-Oh, 21:45, a essa hora, eles já estão mortos...
-O-o que?! Não! Por favor, diga que é—

Uma mão acerta o rosto do Comissário.

-Unf!
-Pare de gritar, seu covarde. Eles já morreram, e você não pode fazer nada, PODIA ter feito, mas não fez.

Sloan desamarra o Comissário e coloca uma arma na mesa à sua frente. E coloca as balas ao lado.

-Estou indo. Você sabe o que fazer com isso...

Sloan Bertinelli sai do armazém e tranca as portas. Vira as costas e sai andando até chegar ao seu carro. Um disparo é feito, e pode-se ouvir seu eco até mesmo fora do local.

-Que bom que ele fez isso por conta própria, senão teria que voltar lá e fazer eu mesmo.

Na manhã seguinte...

-Papai! Você viu o jornal?
-Não, o que foi?
-Aquele seu amigo, o Comissário, ele se suicidou essa noite!
-Oh, sério?
-É sim, e tem um depoimento da esposa dele aqui, dizendo que ela nem imagina o motivo.
-Humm, interessante. Vem menina, vou te levar pra escola.
-Tá bom, pai.

Tudo era um plano de Sloan Bertinelli. Muitos desconheciam seus motivos para “matar” o Comissário. Mas se investigados bem, eram fáceis de descobrir. Há algumas semanas, o Comissário havia denunciado Bertinelli aos oficiais da justiça da Gotham City, que ao contrário da polícia não eram corruptos. O Comissário só estava tentando se redimir e tornar-se um bom homem.

-Então Comissário, o que você quer por aqui? Tentar subornar mais alguém?
-Não, Leichter, eu vim aqui fazer uma denúncia, quero me redimir.
-Oh, claro, e eu sou o Papai Noel...
-É sério Leichter, vim denunciar Sloan Bertinelli. Tenho todas as provas que você precisa.
-Oh, eu—quer dizer...
-Eu sei, já disse, quero me redimir.
-Certo, então pode começar a falar, Comissário.

E assim, o Comissário Paul falou tudo que sabia sobre Sloan Bertinelli e disse a Leichter que na próxima semana entregaria a ele todas as provas de que precisava para incriminar o mafioso de todos os seus crimes. Mas Bertinelli logo descobriu o plano do redimido policial e prendeu-o em seu armazém, antes das provas serem entregues a Leichter. Então, Bertinelli não pôde ser incriminado. Mas o mafioso não deixaria barato. E assim chegamos aonde paramos. De volta à casa de Bertinelli.

-Anda, menina, estamos atrasados, entra nesse carro.
-Ai papai, já estou indo.

Helena sai correndo e entra no carro, seu pai fecha a porta, entra e senta no banco do motorista. Liga o carro e sai pela garagem. Ele dirige até a escola de Helena e deixa-a na portaria. A menina sai correndo em direção à escola, pois já está atrasada. Bertinelli arranca o carro e vai para o prédio Royal Strekdod, bem ao lado da Torre da Wayne Enterprises. Ele para o carro no estacionamento, sai, e entra no elevador. Chega em seu escritório, onde coordena toda a máfia de Gotham e entra em sua sala. Sua secretária entra na sala.

-Senhor Bertinelli? Bom dia!
-Oh, bom dia Roxy.
-Johnny Sabatino está ao telefone e disse que quer falar com o senhor...
-Pode transferir a ligação.
-Tudo bem.

“Mas o que será que o Sabatino quer? Será que deu algo errado no Cais?” – Pensou o mafioso.

Roxy sai da sala de Bertinelli e transfere a ligação para o telefone dele.

-Bertinelli na linha.
-Olha aqui, Bertinelli... – Mas Sabatino foi brutamente interrompido por Bertinelli.
-O que você quer?
-O Comissário Paul encobria a gente e—
-Ele também me encobria, mas me denunciou, e podia fazer o mesmo com você.
-Mas ele não faria, nós o conhecíamos bem, e PAGÁVAMOS bem.
-Não, vocês o conheciam bem.
-Esse não é o ponto.
-E qual é?
-Queremos Dez milhões por você ter matado ele.
-Ou...
-Ou nós matamos sua filha. Espere uma mensagem no seu Pager.

Continua...

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+ comentários + 1 comentários

22 de agosto de 2010 às 00:24

Opa! Finalmente iniciei a leitura da Caçadora... gostei muito....
Parabéns, cara... tá construindo legal a personagem aqui!

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