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Ultimate UNF: Titãs #6





















Roy se vê cada vez mais envolvido com as operações de Rustam. E parece que a mulher de Rustam quer de Roy muito mais do que amizade. Infinity Titãs # 6 - Rosas e Espinhos (ou Sexo, Drogas e Tiroteios) - Parte 2.


Titãs #6
Rosas e Espinhos - Parte 2

Por Black Raven

Deserto Mojave
Agência Titã


Victor Stone olha inconformado para o rosto cansado de seu pai.
- Modo Ataque? E quem precisa de Modo Ataque? Eu não sou seu video-game, pai. Será que eu posso ao menos ter pleno controle do meu próprio corpo? – Victor cerra os punhos e apontando um dedo em direção ao Dr. Silas Stone.
- Entenda, filho. Isso foi necessário. Tanto que você viu, se não tivessemos instalado essa salva-guarda, talvez todos vocês estariam mortos agora.
- Eu não vi nada, pai. Estava desacordado. E você tem 5 minutos pra tirar isso de mim. Agora.
- Não posso Vic. Sinto muito.
- Como não pode? É a minha vida, droga!
- Teria de ser aprovado, e passar por vários tramites. Será muito demorado.
- Pois eu vou destruir um equipamento de seu laboratório por minuto, até você tirar isso.
A metralhadora chaingun que Victor carrega no ombro direito é acionada. Ele olha para o seu pai e não vê nenhuma reação em seu favor. A chaingun começa a girar e Victor dispara em um dos experimentos de seu pai.
- E agora, pai? Vai retirar , ou não?
- Já disse que sinto muito, filho.
Em seguida, uma saraivada de tiros atrai a atenção dos guardas, que correm e entram no laboratório de Silas Stone, com as armas em punho. Ao chegarem, eles avistam um cena desoladora.
- Doutor Stone! O que houve aqui? Está tudo destruído em seu laboratório!
- Sim, eu sei soldado. Houve uma pequena explosão aqui, mas já estarei ajeitando tudo novamente. Por favor, podem se retirar.
- Victor, pode sair. - O enorme homem de pele negra sai de trás de um dos enormes CPUs que Silas mantém no laboratório.
- OK, pai. O senhor venceu.. por enquanto.

*****T*****

Qurac

“ Meus suor escorre frio, mal posso controlar meus impulsos. Eu agora tenho de eliminar o cara que dorme com a mulher o qual eu estou apaixonado”
- Meu jovem, que gesto desrespeitoso foi este? – Questiona Rustam devido ao fato de Roy ter se sentado sem ordens.
“Putz... que vacilo... agora eu vou dançar...” – Ehr.. desculpe senhor. Sou novato aqui, e não sei direito as regras...
- Você não sabe as regras?? VOCÊ NÃO SABE AS REGRAS?? - Ravan, quero este jovem pra treinar comigo hoje...ou melhor, agora.
- Sim, senhor Rustam. – Ravan olha para Roy, claramente lamentando a situação do companheiro...
Rustam dá mais um beijo em Jade, e sai logo em seguida.
- Roy, seu maluco... o que você fez? – Com as mão na cabeça, Ravan desaprova o ato de Roy ao sentar-se á mesa na presença do chefão da organização.
- Cara, sei que vacilei. É que meu sangue ferveu na hora e...
- Porque? Seu sangue ferveu porque? Aconteceu alguma coisa? O que está escondendo, Roy?
- Calma, Ravan. Não é nada grave... depois a gente conversa, tá legal? – Com vergonha do que aconteceu, Roy se retira, e é seguido por Ravan. Jade o segue apenas com os olhos.
Em outro ambiente, Ravan tira de seu uniforme uma seringa, e a mostra para Roy.
- Vai uma dose aí? É pra relaxar...
- Oque é isso, Ravan?
- Heroína. Uma aplicaçãozinha e você vai se sentir mais leve.
- Ei, isso não faz mal?
- Faz, pra quem não usa... Vai por mim, cara, relaxa e aproveita.
Ravan amarra um elástico no braço de Roy e faz a aplicação de heroína. Roy não acredita no que está fazendo em prol do seu disfarce no Qurac. “Tudo pela América”....

*****T*****

A arena, o local onde os terroristas são treinados. Roy e Ravan chegam, e sem esperar mais um segundo, Ravan indaga sobre o acontecido.
- E aí, vai explicar o que houve?
- Desculpa, Ravan. É que eu pensei que tava rolando algo... a Jade.. as vezes...
- Cala a boca, cara. Você está louco? Se Rustam suspeitar disso, você é um cara morto, entendeu? MORTO !
- Juro que não imaginava. Sinto muito.
- Com, certeza, você vai sentir mesmo. Rustam chegou, e não tem como você fugir da luta.
- Dos portões da arena se vê algumas dezenas de pessoas seguindo Rustam, o homem mais perigoso do oriente. Terrorista. Traficante. Assassino. Todos com as armas em punho, como se fosse a única maneira de se assistir uma luta com cartas marcadas.
- Tô ferrado... não tem como fugir dessa.
Rustam se aproxima do centro da arena e retira sua camisa, auxiliado por Jade. Roy apenas finge não ver a cena. Ele se prepara, retira a gandola militar, e permanece com a camiseta regata de cor preta e surrada. Rustam enrola uma faixa nos punhos, e bate um punho contra o outro, estalando os dedos em seguida. Roy engole seco. Os dois se olham fixamente por um minuto, até que um dos homens de Rustam soa um gongo.
Rustam distribui vários chutes altos seguidos, forçando Roy a bloquear os golpes, e deixando suas pernas vulneráveis. Após o sexto chute, Rustam emendou com uma rasteira que pega Roy de surpresa. Ele cai no chão, e quando abre os olhos, vê uma figura contra a luz da arena, vindo em sua direção. É Rustam, que vinha com um golpe áereo, que afundaria seu crânio caso não usasse sua agilidade e tivesse rolado seu corpo um pouco para a esquerda. Roy se levanta e parte para a ofensiva lançando socos contra o adversário. Ele somente não contava, que apesar de sua velocidade, Rustam conseguiria agarrar seu braço. Com a mão livre, Rustam agarra o pescoço do rapaz.
- Vamos, garoto. Me mostre algo. – Rustam olha para Roy com desprezo e em seguida o arremessa contra o chão.
Na multidão que assiste, vemos Jade aflita com o desenrolar da luta.
- E se ele machucar o Roy, Ravan?
O rapaz a olha, como se não tivesse entendido a pergunta.
- O que foi? – Retruca a garota
- Mas é claro que ele vai machucar o Roy. Como se a gente já não conhecesse o homem.
Enquanto Jade e Ravan questionam a sobrevida de Roy, Rustam desfere seus potentes golpes contra o jovem, que cambaleia e em seguida recebe um soco em cheio no rosto. Roy cai para trás. Ele olha para a cara de Rustam, cospe um pouco de sangue, e claramente enfurecido, parte para cima do homem. Rustam bloqueia todos os golpes de Roy, quando de repente, Roy percebe uma expressão estranha no rosto de Rustam.
Um chute. Roy havia acertado um chute no estômago de Rustam. Logo, Roy tira sua dúvida referente á expressão facial de Rustam, que ele achava que seria de dor, mas na verdade era de surpresa. Em seguida, Rustam abre um sorriso.
- Pode retira seu pé do meu estômago, garoto. Qual é mesmo seu nome?
- Roy, senhor. Roy Willians.
- Muito bem, senhor Willians. Passou no teste. Conseguiu desferir um golpe contra mim. Isso prova que é melhor do que muitos que estão aqui presentes.
Ao ouvir esta frase, as dezenas de pessoas no local se calam. Totalmente. No alto da arquibancada montada com tábuas e ferro, Roy olha para Jade, que parecia feliz com o resultado da luta enquanto abraçava Ravan.
- Isso foi... um teste? – Roy limpa o filete de sangue que descia de sua boca.
- Sim, foi parte de um teste. Engana-se se pensa que acabou. Você será sempre testado, senhor Willians. Aguardarei você no meu escritório hoje, no período da tarde. Tenha um bom dia, senhor Willians.
Rustam se vira e segue em direção de Jade, que já se encontra o esperando na saída da arena. Ela o ajuda a vestir a camisa, e os dois saem juntos. Aos poucos, todos deixam o recinto, e Roy fica imóvel no mesmo lugar onde a luta teve seu fim. Ravan se aproxima dele, e toca seu ombro.
- Roy, você está bem?
- Pode-se dizer que sim... foi tudo um teste... mas pra que?
- Pelo jeito, ele gostou de você. Nem te bateu muito. Mas deixa quieto, vai se lavar, amigo.

*****T*****

Alojamentos do Jihad

Roy espera até que o último aprendiz de terrorista saia dos vestiários, para poder tomar seu banho em paz, pois certa vez, ele viu o que fizeram com um coitado de um novato, e ele não está afim de ter de matar todo mundo e estragar o disfarce. Não agora que o fim da missão se aproxima. Ele coloca a cabeça embaixo da água e fica alí, pensativo, e não nota uma presença chegando perto dele. Quando a pessoa está prestes a agarrá-lo, Roy levanta a cabeça, mas já é tarde demais.
- Jade?? O que faz aqui?
- Não gostou da minha visitinha? – A garota sorri e o agarra, cruzando os braços no pescoço do rapaz.
- J..Jade, eu posso ser morto por isso.
- Então você vai morrer feliz? Ou não?
Roy mergulha novamete a cabeça embaixo d’água, visando acalmar os ânimos.
- Não me quer, Roy? Não me quer como eu te quero?
- Você me quer é morto, isso sim...
- Então aproveita e relaxa... curte suas últimas horas vivo.
- Céus... não brinca assim comigo não. Eu não aguento este tipo de coisa.
O vapor que a água quente exala começa a subir, nublando o casal e embassando todos os vidros do vestiário. O som da ducha abafa o gemidos, e o medo dá lugar ao prazer.

*****T*****

Mais tarde, no escritório de Rustan

- Olá, meu jovem. Vejo que veio pontualmente. – Rustan acende um cigarro enquanto fita Roy.
- Sim, não queria chegar atrasado para a conversa com o senhor.
- De início achei estranho ter um porco americano como você no meu grupo, mas vi que me pode ser muito útil. Os malditos capitalistas exploram até a última gota do nosso petróleo, e como se não bastasse, agora querem tomar as nossas terras. Acham que são os donos do mundo, e já a algum tempo, ele tem novas armas. Armas biológicas. Mutação de genes. A arma do futuro. Recentemente eles fundaram uma espécie de elite com soldados meta-humanos. Dificilmente se houve notícias sobre o aparecimento de super-humanos em outros países, mas lá observa-se que o número cresce mês a mês em demasia. Suspeitamos que é fruto de manipulação genética. Nós não podemos ficar parados diante disso. Daqui a pouco, super-homens invadirão meu país, e tomarão tudo o que temos, e lutamos pra conseguir. Acha que isso é certo, garoto?
- Não. A maior parte da população jovem americana desaprova esses atos, senhor. Servi durante dois anos no exército americano, e vi todas as atrocidades possíveis. Aquele governo tem de parar.
- Exatamente. E é pra isso que precisamos de você. Mas falaremos sobre isso depois. No momento, eu preciso que você acompanhe um dos meus até o Kuwait. Alguém me deve dinheiro. Muito dinheiro. Tudo o que tem a fazer, é dar cobertura ao meu agente. Se ele não me pagar, que que mate-o. Compreendeu?
- Sim, senhor. Trabalho rápido e fácil.
- Sim, será rápido e fácil. Vocês ficarão no Al Manshar Rotana Hotel...um dos mais luxuosos da capital, onde e estará hospedado um homem chamado Abdul Rahman. Ele comprou um grande lote de armas contrabandeadas dos Estados Unidos. E não pagou. Você irá negociar. Se não conseguir nada,ele irá pagar com a vida.
- Certo, senhor Rustam. Mas me diga, quem será o agente que irá comigo?
Súbito os dois homens ouvem alguém bater á porta.
- Pode entrar! – Rustam berra, ainda com o cigarro entre os dentes.
- Boa tarde senhores. Roy está a par da missão?
Jade entra na sala, com um lindo terno, e uma saia pra lá de generosa.
Roy olha disfarçadamente para as pernas da morena enquanto bota a mão na cabeça e se pergunta porque ele merece isso.

*****T*****
No avião á caminho do Kuwait.

- Parece nervoso, Roy. É por causa da missão?
- Não, Jade. É por sua causa!!! Você vai acabar me matando ainda....
- Calma, meu querido, eu te mato com muito carinho...
- Rustam vai me matar... Rustam vai me matar...
- Acalme-se , estamos chegando.
O avião pousa calmamente na pista do aeroporto. Um carro chega para leva-los até o hotel.
- Rustam é mesmo um homem muito rico e poderoso. Carro de primeira e hotel chique. Jamais pensei em ter algo assim
- Nosso mestre é um homem com muitos recursos, Roy. O que ele não tem, ele consegue. Temos mais é que agradecer a ele.

Chegando no hotel, os carregadores levam as malas para o quarto, enquanto Roy e Jade decidem passar alguns momentos do bar do hotel.

- Você me disse que ele te abrigou desde pequena....
- Sim, desde meus 10 anos de idade. Meu pais morreram no Vietnã, e eu e minha mãe viemos para cá a trabalho. Só que na verdade, não era nada daquilo que nos foi prometido.
- E ele já... hmm...como digo...?
- Não! Me tornei mulher dele a apenas 2 anos atrás. Ele me livrou de trabalhar em um de seus bordéis.
- Rustam mantem bordéis por aqui?
- São todos dele. São casas luxuosas. Para homens poderosos, como ele. As garotas que trabalham lá vêem de várias partes do mundo. Estados Unidos. Espanha. Brasil. Mas na verdade são escravas dele. Quando se sente entediado, Rustam vai para uma de suas casas e dorme com várias delas.
- E você sabe disso e não liga?
- Que motivos eu teria para ligar? Na única vez que falei com ele sobre isso, ele quase me matou.
- Ele é mesmo um canalha... Jade, já pensou em ir embora daqui?
- Ir embora? Não tem nada pra mim no mundo, Roy. Meu lugar é aqui.
- Não. Eu posso te levar comigo. Se quiser, podemos ficar juntos.
- Não quero falar nisso, Roy.... não agora.
Jade se levanta e olha para os lados.
- Está vendo aquele velho chegando com 3 homens na sala de jogos? É o nosso alvo.
- Certo. Vamos subir, que assim que der eu vou falar com ele.

Anoitece no Kuwait, e Roy está vestindo um dos melhores ternos que ele já viu na vida.
- Jade, o homem está na sala de jogos á horas. Terei de abordá-lo por lá mesmo.
- Pode ser. Isso não será problema.
Roy olha para trás e pensa duas vezes antes de falar uma besteira.
- J.. Jade... você está linda... maravilhosa...
O vestido longo, de cor verde, foi presente de Rustam. O decote generoso faze com que qualquer homem perca a noção... e assim ela consegue tudo o que ela quer. Sua roupa é sua arma.
- Bom... irei descer, e falar com o tal Abdul.
Jade retira um espelho da bolsa e em seguida faz montinhos em cima com um pó branco que ela carregava. Ela aspira o pó e cria coragem para abordar o homem. Ela oferece um pouco a Roy, que na sabe dizer não áquela garota, e também cheira o pó.

Roy desce as escadarias até o saguão, e de lá caminha para a sala de jogos, um mini cassino.
Abdul está acompanhado por 3 seguranças numa mesa de pôquer, quando Roy senta ao seu lado.
- Senhor Abdul? Posso conversar um segundinho com o senhor?
- Quem é você e o que quer?
- Meu nome é Willians, e estou aqui sob as ordens do senhor Rustam. Ele me disse que o senhor tem algo para ele, e me pediu que viesse buscar.
- Pois diga áquele verme que ele mesmo venha pegar.
- Senhor Abdul, deve saber que Rustam é um homem ocupado, e por educação, o senhor deveria lhe pagar o que deve.
- Como ousa? Seguranças! Tirem esse homem daqui.
- Calma, calma, não me toquem. Estou me retirando. Foi um prazer conhece-lo , Senhor Abdul.
Roy retira-se do local sem nem olhar para trás.
Abdul dá instruções aos guardas para que fiquem de olho no rapaz. Ele retorna á mesa de jogos, onde vê uma nova jogadora na mesa. Uma morena linda com um vestido verde deslumbrante.
- Como pude não ver uma dama de sua estirpe se aproximando e não oferecer-lhe um drinque?
- Muito obrigado, gentil cavalheiro.
- Garçon ! Sirva a esta dama um dos drinques mais caros existentes no menu deste hotel.
- Qual sua graça, jovem dama?
- Meu nome é Jade. Jade Nguyen.

*****T*****

Roy aguarda Jade no quarto, sem saber exatamente qual seria o plano, e como ela executaria o homem.
O quarto ocupado por ele é estrategicamente do lado do quarto de Abdul, então, ele ouve as conversas e risadas no corredor, percebendo que ela o acompanha até seus aposentos.
Jade empurra o homem na cama, e caminha em direção a ele já se despindo. Abdul sorri parecendo não acreditar na sorte grande que ele tirou naquela noite. Ela retira o cinto da calça de Abdul e rapidamente os dois se envolvem , tornando-se um só...
Jade crava as unhas nas costas do seu parceiro, que geme de dor e prazer.
No quarto ao lado, Roy se tortura, ao saber o que se passa com a garota que ele ama.
Ele olha pras suas coisas e sente que não deveria fazer, mas mesmo assim, retira uma pequena maleta, onde se encontra uma seringa. Ele prepara a mistura e faz uma aplicação rápida ali mesmo, e tenta relaxar enquanto ouve Jade no quarto ao lado com outro homem.

CONTINUA...

ImagemRustan
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